Mostrar mensagens com a etiqueta Concelho de Pombal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Concelho de Pombal. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Pelourinho da Redinha

Povoação muito antiga, Redinha foi habitada desde a romanização e teve o seu primeiro foral em 1159, concedido por Gualdim Pais, mestre da Ordem dos Cavaleiros Templários.
A Ordem teve aí um dos castelos que construiu entre Coimbra e Leiria, ficando esta povoação para sempre ligada à memória dos cavaleiros templários. Após a extinção desta ordem, Redinha passou para a posse da Ordem de Cristo. D. Manuel concedeu-lhe foral novo em 1513, datando de então o levantamento do actual pelourinho. Este, que se erguia então diante da Casa da Câmara e cadeia comarcã, esteve a partir de data incerta transformado em cruzeiro, com a Igreja de São Francisco em pano de fundo. Foi restaurado e devolvido à sua função original em 1933, ano em que foi classificado como Imóvel de Interesse Público.
O pelourinho assenta numa larga plataforma de quatro degraus octogonais, algo toscos, acrescida de um quinto degrau idêntico, servindo de base à coluna. Este possui faces lisas até meia altura, com um rebordo, e côncavas a partir daí. A coluna é na verdade um pilar de secção quadrada, tornado oitavado através de ligeiras chanfraduras nos ângulos, que seguem até curta distância do topo, onde o fuste retoma secção quadrada. Esta funciona de facto como arremedo de capitel, aí assentando directamente o remate. Resume-se este a um prisma de secção quadrada, com faces ornadas da cruz da Ordem de Cristo, a esfera armilar, emblema pessoal de D. Manuel, e ainda pelos vestígios de um escudo, seguramente o escudo régio. Este bloco é finalmente rematado por duas estreitas molduras quadradas e por uma pequena pinha estriada.

Fonte: DGPC
Ler mais:
http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/74220
http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1849
https://pt.wikipedia.org/wiki/Redinha

sábado, 14 de julho de 2018

Praça de touros de Abiul

A actual praça de Abiul veio substituir aquela que se dizia ser a praça de touros mais antiga de Portugal, construída na era seiscentista. Era dotada de um redondel murado com pedra firme, estando os curros e os alçados das bancadas seguros por grossos troncos de pinheiro. Aquando da realização das touradas, as ruas circundantes eram vedadas por carros de bois e toros de pinho.
As lides foram realizadas nesta praça durante cerca de 200 anos, até ao ano de 1898, ano em foi substituída pela actual praça, construída com os fundos de uma quotização dos seus habitantes. A nova praça era moderna e adaptada às exigências da lide tauromáquica e foi construída noutro local da vila.
Sendo certamente a mais antiga de fora de Lisboa, discute-se a antiguidade da velha praça de touros de Abiul em relação à de Xabregas, em Lisboa, segundo consta mandada construir pelo rei D. Sebastião, corria o ano de 1578.Os espectáculos mais importantes decorrem anualmente, no primeiro fim de semana de agosto (sábado e domingo), por ocasião das Centenárias Festas do Bodo.
A 14 de agosto, realiza-se a tradicional Corrida à Portuguesa, em homenagem ao Emigrante.
Tem capacidade para 5500 pessoas.

Ler mais:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Praça_de_Touros_de_Abiul

terça-feira, 6 de março de 2018

Castelo de Pombal



Embora a data precisa de construção do castelo seja desconhecida, os estudiosos admitem que terá ocorrido, juntamente com outros, na época da Reconquista cristã, no século XII, durante o reinado de D. Afonso Henriques. 
Terá sido um dos vário castelos (juntamente com os de Almourol, Tomar, entre outros) construídos pela Ordem dos Templários em Portugal.
Sob o reinado de D. Dinis (1279-1325), diante da extinção da Ordem dos Templários pelo Papa (1311-1312), o soberano procedeu a transferência do património da Ordem no país para a Ordem de Cristo (1317). 
Tendo D. Manuel I (1495-1521) visitado a vila e seu castelo (1509), determinou-lhe a reconstrução da antiga torre medieval. Posteriormente, passando o Foral Novo à vila (1 de Junho de 1512), outras melhorias devem ter tido lugar, das quais é testemunho o brasão de armas manuelino inscrito sobre o portão principal.
No século XVII, o conde de Castelo Melhor reformou o antigo castelo, adaptando-o a residência senhorial.
No início do século XIX, à época da Guerra Peninsular, foi vítima do saque e do incêndio da povoação, infligido pelas tropas de Napoleão, sob o comando do general André Massena, que regressavam, derrotadas, das Linhas de Torres (1811). Na ocasião, perderam-se os originais dos forais concedidos à vila, consumidos com o edifício dos Paços do Concelho.
Abandonado posteriormente, conheceu a ruína, que o recobriu de extenso matagal.
Foi classificado como Monumento Nacional, por Decreto publicado em 23 de Junho de 1910. Na década de 1940, foram-lhe promovidas obras de consolidação e restauro parcial, a cargo da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN).
Novas campanhas de intervenção e restauro tiveram lugar em 1975 e entre 2000 e 2001, voltadas para a recuperação e valorização da torre de menagem.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Pombal

Ler mais:
http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/71165/

Forte Jesus de Mombaça