Mostrar mensagens com a etiqueta Casas tradicionais portuguesas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Casas tradicionais portuguesas. Mostrar todas as mensagens

sábado, 15 de dezembro de 2018

Casa do Penedo

No alto de um monte, perdida nos verdes campos, a Casa do Penedo foi construída entre quadros grandes rochas naturais do local e assim se edificou sem se anunciar.
Na Serra de Fafe, perto do limite do concelho de Cabeceiras de Basto, a Casa do Penedo é desde a década de 1980 um símbolo único da relação entre o humano e a natureza pela forma como três grandes blocos de granito servem a sua estrutura. Em Portugal nem todos a conhecem porque, seguindo a essência do seu traço, não se anuncia a espectáculos nem a turistas.
A sua construção foi iniciada em 1974 e durou cerca de dois anos, tratando-se de uma residência rural, utilizada pelos seus proprietários como destino de férias. A Casa do Penedo integra-se completamente na sua paisagem rural envolvente. A sua construção é inteiramente feita em rocha, à excepção das portas, janelas e telhado.
O interior apresenta também um estilo rústico, onde a mobília, as escadas e os corrimãos são feitos de troncos. O sofá, pensado ao estilo rústico, é feito em betão e madeira de eucalipto e pesa 350 kg, fazendo desta casa um local a visitar e que tem despertado a curiosidade de muitos turistas ao longo do mundo, face a sua originalidade e beleza.
Não possui qualquer instalação eléctrica.

Ler mais:
https://shifter.sapo.pt/2018/09/casa-do-penedo/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Casa_do_Penedo
https://www.publico.pt/2009/10/05/jornal/ha-quem-va-a-fafe-a-procura-da-casa-do-penedo-a-pensar-nos-flintstones-17955566

domingo, 30 de setembro de 2018

Casas típicas de Santana


Santana é uma vila da costa norte da ilha da Madeira, onde podemos encontrar as típicas casas da ilha com os seus telhados de colmo.
Estas casas, que constituem um cartaz turístico da ilha, têm uma forma de prisma triangular e são revestidas de colmo. Originalmente, estas casas eram compostas por um sótão, onde se guardavam produtos agrícolas, e por um piso térreo, geralmente área habitacional, que se achava dividida em duas partes separadas por um frontal.
Acredita-se que estas casas sejam vestígios de construções primitivas, feitas de madeira e colmo e, que se encontravam por toda a ilha. Por haver, na região, pouca pedra rija e o clima ser frio no inverno adoptou-se esta matéria-prima, possibilitando, também, uma adaptação às estações do ano, frescas no verão e quentes no inverno.
O Núcleo de Casas Típicas de Santana constitui um espaço de preservação, ampliado pelo Município de Santana, em memória do património local. 
Aqui estão dispostas algumas casas típicas de Santana, todas elas adaptadas ao contexto actual, nas quais também é possível adquirir uma grande variedade de produtos locais, artesanais e tradicionais.



Ler mais:
https://www.dobrarfronteiras.com/casas-tipicas-santana-madeira/
http://www.visitmadeira.pt/pt-pt/explorar/detalhe/nucleo-de-casas-tipicas-de-santana
https://pt.wikipedia.org/wiki/Casas_típicas_de_Santana

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Centro histórico de Goiás

A cidade de Goiás, antiga capital do Estado de Goiás, localiza-se na região central brasileira.
Goiás foi fundada no ciclo das bandeiras, expedições formadas por paulistas para explorar os sertões do Brasil em busca de ouro, pedras preciosas e escravos índios. A região foi percorrida por Dias Pais entre 1673 e 1681 e por Bartolomeu Bueno da Silva em 1683, encontrando ouro. Somente em 1718, quando foi achado ouro em Cuiabá, e em 1721 no rio Vermelho, o filho de Bartolomeu Bueno foi nomeado superintendente das minas da região, iniciando sua colonização efectiva. Em 1727 foi fundado no local da presente Goiás um povoado, em 1729 foi erguida uma capela e tornou-se distrito e freguesia, baptizada como Santana de Goiás.
Em 11 de fevereiro de 1736, através de Carta Régia, a freguesia foi elevada á condição de vila, que recebeu o nome de Vila Boa de Goiás, mas a instalação só ocorreu em julho de 1739. Em 8 de novembro de 1744 tornou-se a sede da Capitania de Goiás, sendo governada por dom Marcos de Noronha, conde dos Arcos. Ele e os seus sucessores fizeram várias melhorias na vila, e construíram importantes edifícios: a Casa de Fundição (1750), o Palácio do Governador (1751), um quartel militar (o Quartel do Vinte, 1751), a Casa da Câmara e Cadeia (1761) e o Teatro de São Joaquim (1772-77), além de fontes e outras benfeitorias. Entre 1778 e 1783 foi definido uma nova planta urbana pelo governador Luís da Cunha Meneses, delineando o modelo da urbanização que perdura até hoje.
A cidade floresceu durante o ciclo do ouro no século XVIII, mas com o esgotamento das minas entrou em um longo período de estagnação, acentuado quando perdeu o estatuto de capital em 1937. A preservação começou na década de 1950, quando alguns monumentos foram tombados pelo Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), e em 1978 todo o Centro Histórico foi protegido. Em 2001 sua importância histórica, arquitectónica e urbanística foi reconhecida pela UNESCO, que lhe concedeu o título de Património da Humanidade.

Ler mais:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_Histórico_de_Goiás
http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-mundial/origem-portuguesa/centro-historico-de-goias/

domingo, 12 de agosto de 2018

Centro histórico de Diamantina


A cidade de Diamantina localiza-se na Serra do Espinhaço, a Norte de Belo Horizonte, no Estado de Minas Gerais.
A busca do ouro que se iniciou no Brasil no século XVI, chegou, no final do século XVII, ao território mineiro. Foram encontradas jazidas na confluência dos rios Grande e Piruruca. Com a notícia do achado, foi-se estabelecendo na região um número cada vez maior de exploradores. Até 1720 as buscas dedicaram-se em exclusivo à prospecção aurífera mas a grande descoberta surgiu quando foram encontradas jazidas de diamantes.
O nome de Diamantina só foi atribuído ao local em 1831, sendo promovido à categoria de cidade em 1841. Por esta altura, já a produção aurífera e diamantífera estava em decadência na região devido à exploração exaustiva dos recursos naturais.
Diamantina é uma cidade peculiar no traçado urbano, com acentuado declive e soluções arquitectónicas características das cidades do norte de Portugal. As ruas em ladeira, pavimentadas em pedra irregular, e as construções em taipa e em madeira com uma variedade de janelas, balcões e telhados, escapam à usual construção em pedra. As soluções arquitectónicas de Diamantina são simples, resultando de uma adaptação do universo barroco português a uma precariedade de materiais como a madeira e o barro. Uma maior riqueza decorativa foi reservada para o interior das igrejas.
O casario, definidor das ruas, não possui recuo frontal e se destaca pelo colorido vivo das esquadrias que contrasta com o branco das paredes. Há várias igrejas no centro, mas em geral não se destacam do entorno no qual estão inseridas. Nota-se o uso de elementos que remetem à arquitectura portuguesa influenciada pela árabe.
Entre os principais monumentos que compõem o centro histórico de Diamantina, destacam-se o Museu do Diamante e a Biblioteca, as residências nobres e as igrejas. Entre estas, salientam-se a Igreja de Nossa do Carmo e a Igreja de São Francisco.
Em 1999, o conjunto arquitectónico do centro histórico da cidade foi reconhecido pela UNESCO como Património Mundial.

Fonte principal: DGPC
http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-mundial/origem-portuguesa/centro-historico-de-diamantina/

Ler mais:
http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/culture/world-heritage/list-of-world-heritage-in-brazil/historic-centre-of-diamantina/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_Histórico_de_Diamantina

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Casas da praça Tiradentes em Ouro Preto

A Praça Tiradentes é uma praça localizada na cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais. Foi o local onde, em 1792, a cabeça do mártir da independência, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes foi exposta em Vila Rica, actual Ouro Preto. No local onde estivera o poste (actual praça Tiradentes) encontra-se hoje um monumento ao Mártir. Verifica-se que a estátua em bronze de Tiradentes está de costas para a então residência oficial do governador.
Ouro Preto, a Vila Rica de outrora, foi a mais próspera e brilhante das localidades do interior do Brasil no século XVIII.
A Praça Tiradentes é marcada por vários monumentos da época colonial:
- o Museu de Ciência e Técnica, cujo majestoso prédio do Museu serviu como Palácio do Governo durante os períodos colonial, imperial e da república;
- o Museu da Inconfidência, localizado na antiga Casa de Câmara e Cadeia de Vila Rica, criado em 1938 com peças recolhidas na região, tornando-se um dos mais importantes museus históricos do Brasil e possuindo obras de grandes artistas como Ataíde e Aleijadinho;
- o Conjunto Alpoim, um admirável casario colonial, onde se destacam as diversas casas que teriam sido projectadas pelo Brigadeiro José Fernandes Pinto Alpoim.; entre elas está a casa de Dom Manoel de Portugal e Castro, que foi o último governador da Capitania de Minas Gerais no período colonial e a Casa da Baronesa;
- A Igreja Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia: É conhecida como igreja das Mercês de Cima e foi construída a partir de 1733 para substituir uma outra igreja que se encontrava no local.
No comércio da Praça Tiradentes estão alguns restaurantes típicos mineiros, lojas de gemas, o serviço de atendimento ao turista e pequenas lojas de artesanato. Ela é um excelente ponto de referência para quem busca hospedagem bem localizada no centro de Ouro Preto.

Ler mais:
http://mondego.com.br/praca-tiradentes/
https://ouropretocultural.com.br/index.php/guia-ouro-preto-2017/praca-tiradentes-ouro-preto/
https://guia.melhoresdestinos.com.br/praca-tiradentes-206-5851-l.html
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pra%C3%A7a_Tiradentes_(Ouro_Preto)

domingo, 24 de junho de 2018

Centro histórico de Salvador



O Centro Histórico de Salvador compreende a área histórica da cidade de Salvador, capital do estado brasileiro da Bahia, composto por ruas e monumentos arquitectónicos da época do Brasil Colónia. Abrange áreas do Pelourinho, da Sé, Terreiro de Jesus, Largo do São Francisco e Santo António Além do Carmo. A via principal de acesso é a tradicional Rua Chile, que inicia na Praça Castro Alves e termina na Praça da Sé. 

Constitui o maior conjunto arquitectónico do período colonial da América Latina, integrando cerca de 3.000 imóveis datados dos séculos XVII ao XIX. Trata-se de um local altamente turístico com museus, lojas, centros culturais, igrejas, apresentações musicais, variadas opções gastronómicas e de hospedagem e comércio de souvenirs no meio dos diversos casarões e sobrados coloniais.

O núcleo histórico da Cidade é reconhecido pela UNESCO como património da humanidade, desde 1985. Ainda guarda muito da cidade que existiu no século XVII e no século XVIII, principalmente as igrejas.
A Casa da Câmara e Cadeia, actual Paço Municipal, está inserido na mais antiga praça de Salvador, no alto da colina e em frente ao porto. O edifício, com uma imponente torre sineira, serviu posteriormente de modelo a outras construções administrativas. Construída entre os séculos XVII e XVIII, o primeiro andar estaria originalmente reservado a sala de deliberações, de audiência de magistrados, órgãos civis e criminais. O piso térreo estava reservado a duas prisões, uma masculina e outra feminina. O pátio abrigava uma capela dedicada a Santo António, e muito utilizada pelos prisioneiros.
A actual Igreja Basílica de Nossa Senhora da Conceição da Praia é resultado da terceira construção no local. O projecto é atribuído a Manuel Cardoso de Saldanha e as obras de construção decorreram ao longo do século XVIIII. A pintura dos tectos da basílica é atribuída a José Joaquim da Rocha, figura dominante da pintura baiana da segunda metade do século XVIII.
A construção da Igreja da Ordem Terceira do Carmo iniciou-se em 1709 e perdurou durante anos. Contudo, em 1786, um incêndio destruiu o edifício e a sua reconstrução foi iniciada em 1788. Inaugurada em 1803, ostenta obra de talha dourada executada por José Nunes Santana e pintura de tectos executada por José Teófilo de Jesus.


Ler mais:
http://whc.unesco.org/en/list/309

http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-mundial/origem-portuguesa/centro-historico-de-s-salvador/
http://www.bahia-turismo.com/salvador/centro-historico/centro-historico.htm
http://www.salvadorbahiabrasil.com/blog/tag/centro-historico-de-salvador

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Moradia "Vila Africana"

Linhas sinuosas que envolvem elementos florais, aves e insectos estilizados, figuras femininas com cabeleiras ondulantes, que se entrelaçam com os elementos naturais, à procura da perfeita da aliança entre forma e função e influências orientais, mas também azulejos, portões em ferro forjado, vidraças coloridas, escadarias e uma panóplia de outros elementos arquitectónicos repletos do espírito belle époque, são algumas das características da Arte Nova, estilo que frequentemente pode ser encontrado em edifícios dispersos pelo Município de Ílhavo.
Um desses edifícios é a moradia conhecida por "Vila Africana" que se localiza no centro da cidade, na antiga estrada nacional 109. Este edifício familiar apresenta uma exuberância na sua fachada e uma volumetria pouco uniforme, com um equilibrado plano de cantaria de boa execução e desenho conjugando com as cores do azulejo, incluindo os frisos de motivos florais finos e de bom gosto.
A entrada é feita por um duplo lanço de escadas, paralelo ao frontispício, protegido por um gradeamento de ferro com formas orgânicas, muito ao estilo da Arte Nova, que vai ao encontro de um alpendre sustentado por colunas profusamente decoradas. O portal do piso térreo conjuga-se com a janela superior decorada por motivos de inspiração natural, com uma máscara ao centro. É igualmente rematado por uma forma oval, de dimensões reduzidas, que coroa o corpo mais alto com remate em coruchéu.
O edifício está classificado como Imóvel de Interesse Público.

Ler mais:
http://www.cm-ilhavo.pt/pages/1801
https://www.visitarportugal.pt/distritos/d-aveiro/c-ilhavo/ilhavo/vila-africana

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Palacete do Mesquita




Ermesinde serviu de estância balnear e de passeio domingueiro a muitos portuenses, desde o fim do século passado até meados do século XX.Os bons transportes (comboio e elétrico), a frescura de um rio Leça (a desaguar na doca de Leixões,límpido, despoluído e de margens arborizadas, foram ingredientes para que Ermesinde, considerada então a “Sintra do Norte”, fosse procurada por muitos neoburgueses, que aqui quiseram construir o seu chalé.
Localizado nas imediações do largo da Igreja, já do outro lado da via férrea, o Palacete "do Mesquita" é um interessante exemplar de ecletismo, imbuído ainda de românticos revivalismos neo-medievais, que marcou a viragem do século XIX para o século XX. No emolduramento dos respectivos vãos, que alternam esquadrias em arcos redondos, ressaltam dois pares de colunelos. No corpo sobre-elevado, uma espécie de “torreão”, sobressaem duas imponentes mísulas, caprichosamente esculturadas.




Ler mais:
http://www.jf-ermesinde.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=26&Itemid=10
http://coisas-da-fonte.blogspot.pt/2013/07/o-palacete-do-mesquita.html

terça-feira, 27 de março de 2018

Praia de Mira


Designada por Palheiros de Mira, devido às construções de madeira utilizadas pelos pescadores, a Praia de Mira era na primeira parte do séc. XX uma aldeia piscatória, cujo quotidiano se poderá conhecer no Museu Etnográfico, a funcionar precisamente num palheiro restaurado. 
Hoje em dia, é uma estância balnear concorrida, com areias brancas e finas rodeadas por dunas e banhadas pela ondulação forte do Oceano Atlântico, que atrai muitos surfistas. Para lá das dunas, a Mata Nacional, onde o aroma a pinheiro predomina, esconde a Lagoa da Barrinha, com águas serenas, excelentes para a vela, canoagem ou windsurf.
Em meados dos anos 50 existiam mais de 600 construções em madeira. 
A maior originalidade deste aglomerado de pescadores/agricultores era exactamente a sua arquitectura de madeira que, sem ser exclusiva nesta região completamente desprovida de pedra e com abundância de pinhais, adquiriu aqui a sua expressão mais pura, as casas chegavam a atingir dois e mesmo três andares, possuindo dimensões não encontradas noutras praias e formavam a quase totalidade da povoação até ao final dos anos 60, a própria capela, junto da praia e ainda existente, é de madeira, pintada de azul e branco e é um dos principais símbolos desta povoação. 

Ler mais:
https://www.visitportugal.com/pt-pt/content/praia-de-mira
https://pt.wikipedia.org/wiki/Praia_de_Mira

sexta-feira, 2 de março de 2018

Casas típicas da Costa Nova


Os palheiros da Costa Nova são famosas e castiças casas de riscas existentes na praia com o mesmo nome, originalmente em tons de vermelho ocre e preto, utilizados como antigos armazéns de alfaias da pesca.
Até inícios do século XIX a Costa Nova era um extenso areal desabitado mas, após a fixação da Barra do Porto de Aveiro, os pescadores das campanhas piscatórias de Ílhavo mudaram-se para a Costa Nova e começaram a construir “palheiros” para guardarem as redes e outros materiais associados à pesca.
Estes eram inicialmente amplos e sem quaisquer divisões interiores e, mais tarde, divididos com tabiques de madeira que eram “decorados” com conchas de ostras. Simultaneamente, as famílias dos seus sócios, escrivães e “arrais” de outras companhias foram sendo atraídas para a zona nos meses de verão e outono, transformando-os nos actuais “palheiros”, com riscas coloridas, bem à “moda burguesa de ir a banhos” da segunda metade desse século, para que pudessem servir como habitação na estação balnear.

Ler mais:
http://www.cm-ilhavo.pt/pages/911   (site da Câmara Municipal de Ílhavo)

Forte Jesus de Mombaça