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sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Barragem do Pocinho

A barragem do Pocinho situa-se nos distritos da Guarda e de Bragança, entre os concelhos de Vila Nova de Foz Coa e de Torre de Moncorvo. Entrou em funcionamento em 1982 e é alimentada pelo curso de água do rio Douro.

É uma barragem com um desnível de 22m, situada ao km 180 da via navegável do Douro, a cerca de 27 kms de Barca d’Alva / Vega Terrón onde se situa o limite da via navegável.
A barragem é de betão, do tipo gravidade aligeirada por meio de uma grande galeria na base. O descarregador principal, equipado com 4 comportas segmento, está dimensionado para uma vazão máxima de 15 000 m³/s. A capacidade instalada da central geradora é de 186 MW e a produção média anual de eletricidade é de 534 GWh.
A albufeira da barragem do Pocinho está classificada de utilização livre, permitindo a prática de atividades desportivas e de lazer sem restrições (barco, barco a motor, remo e natação) e a prática condicionada de pesca e surf. Fica aqui localizado o centro de alto rendimento de remo do Pocinho.
Os cruzeiros que sobem da Régua ao Pocinho ou Barca d’Alva passam por esta barragem, sendo esta a ultima das barragens com eclusa no Douro.

Ler mais:
http://www.roteirododouro.com/rio-douro/barragens/pocinho
https://www.infopedia.pt/$barragem-do-pocinho
https://pt.wikipedia.org/wiki/Barragem_do_Pocinho

domingo, 9 de dezembro de 2018

Barragem do Fratel

A Barragem de Fratel está localizada no distrito de Portalegre, no limite com o distrito de Castelo Branco, na bacia hidrográfica do Tejo, no rio Tejo, em Portugal. A construção foi finalizada em 1973.
Possui uma altura de 43 m acima do terreno natural e uma cota de coroamento de 87 m. A capacidade instalada de produção de energia eléctrica é de 130 MW.
A albufeira da barragem submergiu uma boa parte dos núcleos de gravuras rupestres do Tejo e um troço do antigo muro de sirga do Tejo.
Na sua albufeira é permitido fazer-se esqui aquático, pesca, natação, vela, windsurf, jet ski / mota de água e mergulho.
A barragem é servida pela estrada EN359 e pelo Itinerário principal 2 (IP2).

Ler mais:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Barragem_de_Fratel
https://lifecooler.com/artigo/atividades/barragem-do-fratel/352850

sábado, 1 de dezembro de 2018

Barragem de Santa Clara

A Barragem de Santa Clara é uma barragem situada no rio Mira, concelho de Odemira, no Alentejo Litoral, perto do limite com a região algarvia. Localiza-se na freguesia de Santa Clara-a-Velha. 
Construída com o objectivo de fornecer regadio a todo o concelho, já foi, em tempos, a maior barragem portuguesa. Mandada construir pelo Estado Novo, a albufeira cobre uma área de 1986 hectares, sendo considerada uma das maiores da Europa. Alimentada pelo Rio Mira, a partir de Santa Clara a água percorre 84,9 Km de canais, 50,4 Km de distribuidores e 309,6 Km de regadeiras. As águas da albufeira são também utilizadas para fornecer a população do vizinho concelho de Ourique.
Envolvida numa deslumbrante paisagem serrana o espelho de água de Santa Clara é um dos mais fortes pontos de interesse turístico do interior do concelho de Odemira. 
Um passeio por este lago gigante permite observar os seus inúmeros recantos e ilhéus, quase sempre com uma envolvente paisagem florestal. Com efeito, a albufeira é rodeada por cerros arredondados cobertos de estevas e margens arborizadas.
Nas suas águas pode-se praticar canoagem, remo ou pesca desportiva, sendo que ali abundam o achigã, o pimpão e o lagostim.

Ler mais:
https://turismo.cm-odemira.pt/pages/814
https://pt.wikipedia.org/wiki/Barragem_de_Santa_Clara
https://lifecooler.com/artigo/atividades/barragem-de-santa-clara/352797/

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Barragem do Caia

A Barragem do Caia tem a maior albufeira do distrito de Portalegre, estendendo-se ao longo dos concelhos de Arronches, Campo Maior e Elvas.
É uma barragem mista, sendo de betão na parte mais profunda do vale e de aterro na margem esquerda do rio Caia.
A Barragem do Caia foi construída para abastecer a população dos concelhos de Elvas e Campo Maior, e a partir de 2007, começou também a abastecer a população dos concelhos de Arronches e Monforte. Foi inaugurada em 1967 e possui uma altura de 45,2 m, com uma cota de coroamento de 235,2 m. Tem uma capacidade total de 203 000 000 m3.
A gestão da Barragem do Caia é da responsabilidade da Associação de Beneficiários do Caia com sede na Avenida do Dia de Portugal em Elvas.
Com a particularidade de apresentar a maior albufeira do Distrito de Portalegre, a Barragem do Caia serve três concelhos: Campo Maior, Elvas e Arronches. Localizada ao longo do rio Caia, numa zona de extensos olivais e montado de azinho, para além de proporcionar momentos únicos de lazer, esta barragem apresenta condições extraordinárias para a prática de desportos náuticos não motorizados. 
Constitui ainda habitat para espécies de avifauna, sendo parte da albufeira classificada como IBA – Important Bird Area. O paredão da barragem é um bom local para obter uma primeira perspectiva da albufeira. É possível observar aqui o corvo-marinho-de-faces-brancas. Na extremidade norte do paredão, existe uma pequena estrada que desce e conduz à base do paredão. A partir daqui é possível observar as duas grandes aberturas, que são utilizadas como refúgio por alguns bandos de gralhas-de-nuca-cinzenta. A andorinha-das-rochas alimenta-se frequentemente ao longo do paredão. A jusante, ao longo do rio Caia existem manchas de caniço, onde se pode ver o rouxinol-bravo e o bico-de-lacre. Os campos envolventes são frequentados pela fuinha-dos-juncos.

Ler mais:
http://www.porterrasraianas.com/pt/inicio/263-campo-maior/16004-barragem-do-caia.html
https://pt.wikipedia.org/wiki/Barragem_do_Caia
http://www.avesdeportugal.info/sitbarrcaia.html

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Barragem de Odivelas


A Barragem de Odivelas localiza-se a cerca de 15 quilómetros a norte de Ferreira do Alentejo e na fronteira deste concelho com o de Alvito.
Esta estrutura foi inaugurada no ano de 1972 sobre o leito da Ribeira de Odivelas (inserida na Bacia Hidrográfica do Sado), tendo uma capacidade total de armazenamento de 96.000.000m3 e é uma das seis maiores barragens do Baixo Alentejo.
Trata-se de uma barragem mista de betão e aterro, com 48 metros de altura e 106 metros de cota de coroamento. A água aqui armazenada é usada principalmente para irrigação. 
A barragem entrou em funcionamento em 1972 e, actualmente, é gerida pela Associação de Beneficiários da Obra de Rega de Odivelas.
A albufeira é um dos lugares de lazer mais populares da região e é riquíssima a nível de fauna e flora.

Ler mais:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Barragem_de_Odivelas
http://knoow.net/terraselocais/locaisdeportugal/barragem-de-odivelas-ferreira-do-alentejo/

sábado, 8 de setembro de 2018

Barragem de Guilhofrei

A barragem de Guilhofrei, ou Barragem do Ermal, foi construída sobre o rio Ave, no concelho de Vieira do Minho, em 1939.
Trata-se de uma barragem de gravidade (construção mista em alvenaria e betão). Possui uma altura de 49 m acima da fundação e um comprimento de coroamento de 190 m. O volume da barragem é de 55.000 m³. A albufeira da barragem apresenta uma superfície inundável Nível Pleno de Armazenamento de 1,63 km² e tem uma capacidade total de 21,2 Mio. m³ (capacidade útil de 21,08 Mio. m³). A central hidroeléctrica é constituída por um grupo Kaplan e um grupo Francis com uma potência total instalada de 3,972 MW. A energia produzida em ano médio é de 11 Mio. kWh.
A construção desta barragem, no curso superior do rio Ave, criou um vasto espelho de água, nas imediações da sede do concelho, na estrada para Cabeceiras de Basto. 
A albufeira é particularmente agradável, assemelhando-se a um lago de montanha. As espécies piscícolas mais comuns são o achigã, a boga, a truta e o pimpão. Numa das ilhas da albufeira tem-se realizado de Verão um festival de música que já angariou um público fiel.
Em 1996 foi instalado um sistema mecânico formada por um cabo assente em quatro mastros e dotada de um motor eléctrico, que permite a tracção de um conjunto variado de esquiadores, através do perímetro de 750m estabelecido pelos quatro mastros.

Ler mais:
https://a-nossa-energia.edp.pt/centros_produtores/info_tecnica.php?item_id=30&cp_type=&section_type=info_tecnica
https://pt.wikipedia.org/wiki/Barragem_de_Guilhofrei
https://www.allaboutportugal.pt/pt/vieira-do-minho/recursos-naturais/barragem-de-guilhofrei
https://lifecooler.com/artigo/atividades/barragem-de-guilhofrei-ou-de-ermal/352803

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Clube Náutico de Avis

O clube náutico, instalado numa das margens da albufeira do Maranhão, constitui um dos principais espaços de lazer do concelho de Avis, no Alto Alentejo, oferecendo a quem gosta de remo condições consideradas “únicas” para a prática da modalidade.
Situado a pouco mais de um quilómetro da vila de Avis, no distrito de Portalegre, o espaço, que foi remodelado há cerca de uma década, é composto por um parque de campismo com dez apartamentos, piscinas, restaurante, hangar náutico, parque de merendas, parque infantil e solário, numa área com cerca de 96 hectares.
Considerado pela autarquia como um dos “grandes pólos de atracção” turística da zona, o complexo “não se restringe” apenas a espaço de lazer e de desporto, sendo apontado também como “um elemento de valorização do património natural do concelho e, em particular, da albufeira do Maranhão”.
Anualmente, o município promove também, em parceria com várias entidades ligadas ao sector, um conjunto de provas de remo que contam com a participação dos melhores atletas nacionais e internacionais.
Com uma escola de windsurf ao dispor dos munícipes e dos visitantes no período de verão, o Clube Náutico de Avis vai também oferecer, em breve, um trilho destinado aos adeptos dos passeios pedestres.
A praia fluvial do Complexo Náutico de Avis não é vigiada e, devido à altura das águas da barragem, pode estar total ou parcialmente submersa.

Ler mais:
http://www.30anoslusa.pt/clube-nautico-avis-um-oasis-os-amantes-do-remo/
http://aquapolis.com.pt/praia-fluvial-de-avis-na-albufeira-do-maranhao-portalegre/

domingo, 5 de agosto de 2018

Barragem de Odelouca

Localizada no concelho de Monchique, a Barragem de Odelouca é a segunda maior barragem de aterro de Portugal. É uma barragem de aterro zonado com núcleo argiloso, com 76 metros de altura máxima acima da fundação e 418 metros de desenvolvimento do coroamento.
A barragem foi construída maioritariamente com materiais do local, principalmente, xistos, grauvaques e argilas. Foram necessários cerca de 2 milhões de metros cúbicos de terras seleccionadas para a construção do “corpo” da barragem.
Destinada ao abastecimento público, a albufeira da Barragem de Odelouca ocupa uma área de 7,8 km2. A sua capacidade útil de armazenamento é de 128 hm3 de água, quando no nível máximo de armazenamento (102). O enchimento da albufeira iniciou-se em dezembro de 2009 e a captação de água começou em maio de 2012.
O Empreendimento Hidráulico de Odelouca é composto por um conjunto de infraestruturas, órgãos e equipamentos que garantem o seu propósito com a máxima segurança operacional e estrutural. Além do corpo da barragem propriamente dito, o empreendimento inclui também o túnel Odelouca-Funcho e uma estrutura de regulação de caudais, assim como um conjunto de órgãos de segurança e de exploração, dos quais se destacam o descarregador de superfície, as descargas de fundo e de caudal ecológico e as duas estruturas de tomada de água. 
A água armazenada na albufeira é encaminhada pelos 8 quilómetros do Túnel Odelouca-Funcho, até ao adutor Funcho – Alcantarilha, 200 metros a jusante da Barragem do Funcho, seguindo neste adutor por mais 12 quilómetros, até à Estação de Tratamento de Água de Alcantarilha, onde é submetida a um processo de tratamento adequado, para que possa depois ser distribuída, em alta, aos municípios do Algarve. 
O investimento da Águas do Algarve no Empreendimento Hidráulico de Odelouca foi da ordem dos 80 milhões de euros, dos quais 15% foram dedicados à componente ambiental e de valorização do património.

Fonte: Águas do Algarve
https://www.aguasdoalgarve.pt/content/barragem-de-odelouca-0

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Barragem de Fronhas

A Barragem de Fronhas, no concelho de Arganil, insere-se no Aproveitamento Hidroeléctrico de Fronhas, no rio Alva, um afluente do Mondego. O aproveitamento destina-se à produção de energia eléctrica utilizando o caudal ecológico da barragem.
Com 62 m de altura e 250 m de coroamento, a barragem entrou ao serviço em 1985 e apresenta uma capacidade máxima de descarga de 500 m3/s, formando uma albufeira com 62,1 hm3 (42,5 hm3 úteis) e 535 ha de área ao NPA. A central hidroeléctrica, projectada com uma turbina Francis, tem uma potência máxima de 811 kW, para um caudal de 2 m3/s e uma queda útil máxima de 46 m.
Localizada nas freguesias de São Matinho da Cortiça e Pombeiro da Beira, aquela albufeira oferece a oportunidade de praticar diversas actividades desportivas e de lazer, nomeadamente windsurf, pesca, natação e barco à vela. Os menos aventureiros, podem optar por uma agradável caminhada pelas margens do Alva, desfrutando da frescura e da bonita paisagem que aquela zona oferece.

Ler mais:
https://www.tpf.pt/pt/aproveitamento-hidroelectrico-de-fronhas-c-1200-5-218---6.html
https://www.cm-arganil.pt/visitar/o-que-visitar/barragem-das-fronhas/
http://portugalfotografiaaerea.blogspot.com/2015/04/barragem-de-fronhas.html
http://www.proficoambiente.pt/detalhe.php?p=21

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Percurso pedestre "Trilho Ricardo Magalhães"

O "Trilho Ricardo Magalhães" é um percurso pedestre de pequena rota, com uma extensão de 4,1 km e com um grau de dificuldade reduzido. Foi-lhe atribuído aquele denominativo para homenagear um dos seus grandes impulsionadores. Tem início e fim na rotunda da aldeia de Santa Combinha.
Situado nas margens da Albufeira do Azibo, em plena Área de Paisagem protegida, ao longo deste trilho tem-se uma visão privilegiada sobre a Serra de Bornes, a Serra do Cubo, o paredão da barragem e a mancha de sobreiros e carvalhos que contrastam com o o azul-esverdeado do espelho de água.
Em pleno sobreiral é possível observar-se várias espécies arbustivas, como a esteva, a urze e a giesta de flor branca ou amarela.
Pode-se ainda utilizar um dos observatórios de aves para surpreender um pato-real, observar o salto inesperado de uma carpa ou apenas para se deixar maravilhar pela beleza da paisagem. Com sorte, pode-se ainda observar, entre as copas dos sobreiros, uma rapina a peneirar.

Ler mais:
https://www.cm-macedodecavaleiros.pt/uploads/writer_file/document/143/20130307170152382292.pdf
https://solagasta.com/pr-trilho-ricardo-magalhaes-macedo-de-cavaleiros/
http://www.walkingportugal.com/z_distritos_portugal/Braganca/Macedo_de_Cavaleiros/MCD_PR3_Trilho_Ricardo_Guimaraes.html

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Barragem de Picote

A Barragem de Picote é uma barragem que faz parte do aproveitamento hidroeléctrico de Picote, localizada perto da povoação de Picote, no concelho de Miranda do Douro. Este aproveitamento português, implantado num vale profundamente encaixado entre margens muito abruptas, foi o primeiro a entrar em serviço no rio Douro, em 1958, remontando o início da sua construção a 1954.
Trata-se de uma barragem do tipo arco abóbada de dupla curvatura com 92,3 m de corda no coroamento entre encontros, e uma altura máxima acima das fundações de 100 m.
Possui duas centrais hidroelétricas, a mais antiga (designada de Picote I) tem uma potência instalada de 180 MW e uma produção média de 1.038 GWh/ano, e Picote II com 246 MW e potência instalada e uma produção média anual de 244 GWh/ano. Este aproveitamento utiliza o desnível de cerca de 69 m existente entre o seu próprio nível de retenção normal - cota 471,00 m - e o nível de retenção do Aproveitamento Hidroeléctrico de Bemposta, situado a jusante, tendo a sua albufeira uma extensão aproximada de 21 km e uma capacidade total de 63.000.000 m³, dos quais apenas 13.000.000 m³ são turbináveis em exploração normal. 
À época da sua construção pela Hidro-Eléctrica do Douro (Hidrouro), foi construído um bairro para os trabalhadores da barragem. Num local onde a natureza permanecia selvagem, três jovens arquitectos recém-formados na Escola de Belas-Artes do Porto (ESBAP) - Archer de Carvalho, Nunes de Almeida e Rogério Ramos - tiveram liberdade para dar azo à criatividade e transformar um morro das escarpas do Douro Internacional num local habitável e "revolucionário" numa região isolada onde faltava praticamente tudo.
Bairro da Barragem de Picote
O projecto concretizado há cinquenta anos é hoje visto como um modelo de "cidade ideal", fundada a partir do nada com todas as infra-estruturas e serviços, inacessíveis à maioria da população daquela época. O novo aglomerado tinha capacidade para suportar o quotidiano de quatro mil pessoas, número em muito superado durante a construção do empreendimento.


Ler mais:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Barragem_de_Picote
http://dourovalley.eu/poi?id=3579
https://www.publico.pt/2006/12/10/jornal/barragem-de-picote-vai-ser-classificada-como-patrimonio-nacional-111533

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Barragem de Cahora Bassa

A barragem de Cahora Bassa (ou Cabora Bassa durante o período colonial português) situa-se no Rio Zambeze, na província de Tete, a 120 km da sua capital provincial, em Moçambique.
A sua albufeira é a quarta maior de África (depois de Assuão, Volta e Kariba), com uma extensão máxima de 250 km em comprimento e 38 km de afastamento entre margens, ocupando cerca de 2700 km² e tendo uma profundidade média de 26 metros. É ainda a maior barragem em volume de betão construída em África e o maior empreendimento do Estado Português no antigo império. Com cerca de 164 metros de altura e cerca de 303 metros de arco, tem a capacidade de 63 000 milhões de m3 de água.
É actualmente o maior produtor de electricidade em Moçambique, com capacidade superior a 2000 megawatts, que abastece Moçambique (perto de 250MW), África do Sul (1100MW) e Zimbabwe (400MW). Decorrem negociações para o abastecimento do Malawi com energia eléctrica de Cahora Bassa.
É explorada pela empresa Hidroelétrica de Cahora Bassa, cujo principal acionista é o estado moçambicano.

Ler mais:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Barragem_de_Cahora_Bassa
https://megaengenharia.blogspot.com/2012/11/barragem-de-cahora-bassa-mocambique.html
http://www.dw.com/pt-002/barragem-de-cahora-bassa/t-36487609

sábado, 12 de maio de 2018

Açude da Agolada

Segundo o Decreto-Lei nº. 197/80, de 24 de junho, que primeiro classificou o Açude da Agolada, este foi formado por uma barragem de terra que originou uma albufeira com cerca de 1 km de comprimento. À sua principal função de armazenamento de água para rega na agricultura associou-se, desde há algum tempo, uma utilização para fins recreativos da população local. Para tal contribuem as potencialidades da albufeira e das áreas envolventes. 
Um tipo de solo arenoso associado a coberto arbóreo, em que predominam o pinheiro-manso Pinus pinea e o montado de sobro Quercus suber, conferem especiais características à paisagem.
A criação desta Área Protegida teve em vista impedir a degradação da área e a criação de infraestruturas de apoio que, tirando partido das potencialidades existentes, pudessem contribuir para a constituição de centros de atracção alternativos às zonas de recreio tradicionais. Junto ao açude foram criadas zonas de lazer, tais como parques de merendas e uma praia fluvial.
Da fauna inventariada no Açude constam peixes, répteis, avs e mamíferos.
Sendo a carpa a espécie piscícola mais abundante, no caso dos répteis é a cobra d’água (Natrix natrix), a mais frequente.
Na avifauna podem-se observar ao longo do ano cerca de 45 espécies sendo as mais frequentes a marrequinha (Anas crecca), o guarda rios (Alcedo athis), o rouxinol pequeno dos caniços (Acrocephalus scir paceus), a cegonha branca (Ciconia ciconia), Pato Real (Anas platyrhynchos), o chapim de popa (Parus cristatus) e o mergulhão pequeno (Tachybaptus ruficollis).
Dos mamíferos podem encontrar-se a gineta, a lebre, o coelho, o morcego hortelão e o toirão.

Ler mais:
http://www2.icnf.pt/portal/ap/amb-reg-loc/paisagem-protegida-local-do-acude-da-agolada
https://portuga-coruche.blogs.sapo.pt/tag/açúde
http://natural.pt/portal/pt/AreaProtegida/Item/39

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Barragem do Cabril

A barragem do Cabril, no rio Zêzere, é uma das maiores barragens portuguesas e origina uma da maiores reservas de água doce do país.
A construção da Barragem do Cabril teve início em abril de 1951, com a obra a cargo da Hidro-Eléctrica do Zêzere e com projecto de Joaquim Laginha Serafim. A inauguração teve lugar no dia 31 de julho de 1954 e contou com a presença do Presidente da República, General Craveiro Lopes.
A barragem é do tipo arco abóbada, com uma altura de 136 metros e com 290 metros de comprimento do coroamento. A capacidade do descarregador é de 2.200 m³/s.
Sendo uma das maiores barragens portuguesas e originando uma das maiores reservas de água doce do país, a Barragem do Cabril assume-se como um verdadeiro ex-líbris arquitectónico do vale do Zêzere.
A sua albufeira tem uma capacidade total de 720.000.000m³, enquanto a sua capacidade útil é de 615.000.000m³. O seu perímetro é de 280 quilómetros.
Esta albufeira oferece um dos melhores quadros turísticos da região e as suas águas são bastante procuradas para actividades aquáticas e pelos amantes da pesca desportiva.

Ler mais:
http://turismo.cm-serta.pt/turismopt/posto-de-turismo/visita-guiada-%C3%A0-barragem-do-cabril
https://pt.wikipedia.org/wiki/Barragem_do_Cabril
http://www.somague.pt/portfolio_detail/barragem-do-cabril/

domingo, 8 de abril de 2018

Barragem de Montargil


Localizada no concelho de Ponte de Sôr, a barragem de Montargil ficou concluída no ano de 1958. Foi construída com a finalidade de rega dos campos do Alto Alentejo e para produção de electricidade, sendo também muito utilizada para banhos, pesca desportiva e provas náuticas.
Actualmente é propriedade da Associação de Regantes e Beneficiários do Vale do Sorraia e, conjuntamente com a barragem de Maranhão e a barragem de Magos alimenta o Canal do Sorraia. Tem uma capacidade de 164,3 hm³ e uma área inundada de 1646 hectares. A central hidroeléctrica da barragem produz em média no ano 5,9 GWh.
A Barragem de Montargil tem vários locais que servem de praia fluvial. Um dos locais para ir a banhos é perto da aldeia de Carvalhoso, perto do cruzamento entre a N2 e a N243, que é também uma marina para os amantes dos desportos náuticos entrarem e saírem com os seus barcos ou motos de recreio.
A albufeira e as zonas envolventes são também excelentes locais para os amantes da observação de aves. O paredão da barragem serve de ponto de partida para a exploração da zona. Neste local ocorrem duas espécies de andorinhas: a andorinha-dos-beirais e a andorinha-das-rochas. Na ponte sobre o braço da barragem vale a pena parar e fazer um ponto de observação: aqui é possível ver a andorinha-das-chaminés e a andorinha-das-barreiras, bem como o estorninho-preto e a gralha-preta. 
Alguns caminhos percorrem as zonas florestais envolventes, onde é possível encontrar algumas das especialidades desta zona: o rabirruivo-de-testa-branca, a felosa-de-Bonelli e o papa-moscas-cinzento, entre diversas outras espécies mais vulgares. As galerias ripícolas albergam um grande número de rouxinóis-comuns.

Ler mais:
https://www.visitarportugal.pt/distritos/d-portalegre/c-ponte-sor/montargil/barragem
http://aquapolis.com.pt/praia-fluvial-na-albufeira-da-barragem-de-montargil/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Barragem_de_Montargil
http://www.avesdeportugal.info/sitmontargil.html

domingo, 25 de março de 2018

Barragem de Alqueva



A Barragem de Alqueva, com uma albufeira com 250 km² e mais de 1100 kms de margens é o maior lago artificial da Europa. A albufeira abrange 5 concelhos do Alentejo: Portel, Moura, Reguengos de Monsaraz, Mourão e Alandroal, e ainda os municípios raianos de Olivença, Cheles, Alconchel e Villanueva del Fresno.
O longo período que decorreu entre os primeiros estudos e a construção da barragem, cerca de 50 anos, tornaram o "Alqueva" quase um mito entre a população. O projecto inicial tinha como objectivo irrigar o Alentejo e desenvolver a agricultura, o que permitiria combater a desertificação e o subdesenvolvimento da Região.
Após vários anos de avanços e recuos as obras arrancaram em 1998 e ficaram concluídas em Janeiro de 2002. No dia 8 de Fevereiro do mesmo ano fecharam-se as comportas e iniciou-se o enchimento da albufeira do Alqueva.
A Barragem de Alqueva é hoje a maior reserva de água do país. Possui uma altura de 96 m acima da fundação e um comprimento de coroamento de 458 m. A capacidade de produção eléctrica começou por ser de 260MW, o suficiente para fornecer o distrito de Beja, tendo a potência sido duplicada em 2012 para 520MW.
A albufeira de Alqueva veio ainda criar novas possibilidades de desenvolvimento turístico, que junta agora o Grande Lago a uma região que já conta com uma longa história, patente no seu rico património arquitectónico, arqueológico e cultural.
                   Fonte: http://www.roteirodoalqueva.com/barragem-do-alqueva

Ler mais:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Barragem_de_Alqueva
https://www.visitarportugal.pt/distritos/d-evora/c-portel/alqueva/barragem

Forte Jesus de Mombaça