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quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Santuário de Nossa Senhora da Rocha

O culto a Nossa Senhora da Conceição da Rocha registou desde sempre uma significativa afluência ao local por parte da população, acolhida no Santuário de Nossa Senhora da Conceição da Rocha – localizado no local da aparição.
Construído entre 1839 e 1892, esta obra, da autoria do arquiteto José da Costa Sequeira, apresentava como principal objetivo albergar a pequena imagem de Nossa Senhora da Conceição, aparecida numa gruta, perto do Casal da Rocha, em 1822. Por não existir local apropriado para a veneração da Santa, esta foi transferida para a Sé de Lisboa, onde permaneceu 60 anos e posteriormente para a Igreja de S. Romão de Carnaxide onde esteve por mais 10 anos.
Inaugurado em Setembro de 1893, o Santuário tem sido ao longo de todos estes anos local privilegiado no decorrer das festividades em honra de Nossa Sra. da Rocha, que têm lugar durante o mês de Maio.
De planta retangular, o edifício apresentava volumetria escalonada, sendo o conjunto coroado por frontão triangular, com cruz ao centro. O interior da igreja apresenta nave única e cobertura em abóbada de berço. Antecede a capela-mor um arco triunfal ladeado por dois altares em talha dourada. A capela-mor, de planta quadrada e cobertura em abóbada é ornada com pinturas decorativas sendo que o altar-mor possui um camarim que alberga o trono. 
No alçado lateral da igreja, ao nível das fundações, reconhece-se um compartimento de planta retangular correspondente ao acesso ao interior da gruta, à qual se acede através de lanço único de escadas.

Fonte: 
https://www.cm-oeiras.pt/pt/descobrir/patrimonio/patrimonio-religioso/Paginas/santuariosenhoradarocha.aspx

domingo, 23 de dezembro de 2018

Forte de São Julião da Barra

No enfiamento da costa que contorna o estuário do Tejo, sobranceiro ao local onde o rio se reencontra com o mar, ergue-se em Oeiras o poderoso Forte de S. Julião da Barra.
Construído em local estratégico que domina a entrada da Barra, São Julião é uma das mais importantes construções militares do país. Embora não seja possível precisar a época em que se iniciaram as obras da Fortaleza de São Julião, as opiniões dividem-se entre os anos de 1553 e 1556, sendo a paternidade da traça atribuída a Miguel de Arruda, um dos mais famosos arquitectos da época.
No ano de 1580, quando as tropas do Duque de Alba invadiram a capital, a fortificação era composta por cinco baluartes de diferentes dimensões, e no interior, para além das instalações de aquartelamento e armazéns, dispunha-se no centro da praça de armas uma grande cisterna que constitui o seu núcleo central, à semelhança do que sucede nas praças de Mazagão e da Ilha de Moçambique.
No entanto, a vulnerabilidade defensiva da "chave do Reino", que em cinco dias se rendeu às tropas espanholas, fizeram com que Filipe I ordenasse a ampliação da fortaleza, designando o Capitão Fratino para a execução das obras que iriam transformar São Julião da Barra "na maior fortaleza marítima portuguesa", concluídas nos primeiros anos de Seiscentos. O projecto filipino implicou a construção de dois novos baluartes, uma esplanada baixa que envolve os baluartes primitivos, um corpo avançado sobre o mar e um fosso, que na prática resultaram num aumento considerável da capacidade defensiva.
Em Dezembro de 1640 as tropas apoiantes de D. João IV conquistaram facilmente, por ataque terrestre, o Forte de São Julião, o que voltou a levantar o problema de deficiências do sistema defensivo da praça da barra do Tejo. Desta forma, ordenaram-se novas obras, sendo o novo projecto entregue a Nicolau de Langres, mas deste seria construído apenas um revelim, que passou a funcionar como entrada principal da fortaleza. 
Já no século XVIII foram feitas obras de recuperação nas muralhas, na cisterna e nos edifícios de aquartelamento, e no ano de 1755 foi edificada no centro da praça de armas a torre do farol, que marca de forma incontornável a feição da fortaleza.
Assim como outras fortificações, também São Julião da Barra serviu de prisão militar e política. Foi célebre o caso do General Gomes Freire de Andrade, que esteve detido em São Julião da Barra e foi executado no terreno anexo à fortificação. A 22 de Agosto de 1951 perde a sua função militar para assumir a passagem a novas funções de estado e de recepção de eventos políticos.
Hoje em dia é residência oficial do Ministro da Defesa. São de salientar as esplanadas, as casamatas em abóbada e a cisterna, onde com regularidade ocorrem iniciativas culturais.

Ler mais:
http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/74623/
http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2343
http://www.cm-oeiras.pt/pt/descobrir/patrimonio/patrimonio-militar/Paginas/fortesaojuliaobarra.aspx
https://www.defesa.pt/Paginas/OFortedeS%C3%A3oJuli%C3%A3odaBarra20121101.aspx
http://www.historiadeportugal.info/forte-de-sao-juliao-da-barra/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Forte_de_São_Julião_da_Barra

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Jardim Municipal de Paço de Arcos

Situado no coração da vila de Paço de Arcos, à beira da Estrada Marginal, o Jardim Municipal funciona como a sala de visitas da vila. 
Aqui se realizam quase todos os eventos significativos da actividade cultural de Paço de Arcos e é um local intimamente ligado à história da vila. 
Uma das mais emblemáticas recordações do passado é o ringue de patinagem, onde praticamente nasceu o Clube Desportivo de Paço de Arcos e onde patinaram alguns dos nomes mais sonantes do hóquei português como Jesus Correia, Correia dos Santos ou Emídio Pinto. 
Também no passado, ao longo do jardim circulava um mini comboio que era o divertimento das crianças. Este comboio de reduzidas dimensões era explorado pelos Bombeiros Voluntários de Paço de Arcos. 
O coreto ali existente é outra prova da importância deste espaço, mas também existiu no edifício que hoje é um banco, o cinema, que como todas estas salas de espectáculos teve a sua época de ouro. 
Actualmente este jardim, para além da sua inegável utilidade como espaço público de lazer, serve como recinto para a realização das Festas de Nossa Senhora dos Navegantes, que se realizam normalmente no fim do mês de Agosto. Também aqui se realiza uma vez por mês a Feira das Velharias.

Fonte: https://www.guiadacidade.pt/pt/art/jardim-de-paco-de-arcos-1062-11

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Farol da Gibalta

Os faróis são estruturas concebidas desde a antiguidade para avisar os navegadores que se estavam a aproximar da terra, ou de porções de terra que irrompam pelo mar adentro. Devido às características da barra de Lisboa, houve necessidade de criar uma orientação para os navios que pretendiam entrar a barra.
A 1 de Agosto de 1878 são criadas duas estruturas provisórias com luzes vermelhas, nos sítios denominados Alto de Caxias e Porto Côvo, que determinam pelo seu enfiamento o caminho que os navios devem seguir, na entrada e saída da barra do Tejo.
O Farol da Gibalta, juntamente com os Faróis do Esteiro e da Mama, veio substituir os antigos Faróis, construídos originalmente entre 1878 e 1879. O farol, aquando da sua construção, consistia numa torre de 13 metros e entrou em funcionamento em Maio de 1914.
No dia 31 de Março de 1952 um desabamento de terras provocou a derrocada de uma parte do farol sobre a linha férrea. Desse acidente, resultaram 10 mortos e 38 feridos. Uma composição descarrilou após um desmoronamento de terras, provocado por condições atmosféricas adversas e pelo mau estado de conservação dos terrenos.
Foi então montada uma luz provisória até à construção do novo farol.
O actual farol, construído a 30 metros do anterior, foi inaugurado em Maio de 1954 sendo a fonte luminosa a incandescência eléctrica com reserva a gás. Trata-se de uma torre cilíndrica branca, com cúpula e nervuras vermelhas e com uma altura de 21 metros
Em 1981 o farol da Gibalta é automatizado, deixando de estar munido de faroleiros e só estava acesso no período nocturno. Em 1987 os faróis do Esteiro e Gibalta passam a estar acesos de 1 de Outubro a 15 de Março, e apenas em 1997 passam a estar acesos permanentemente durante todo o ano.
O Farol da Gibalta define, juntamente com os Faróis do Esteiro e da Mama, o enfiamento de entrada da Barra Sul do Porto de Lisboa.

Ler mais:
https://www.amn.pt/DF/Paginas/FaroldaGibalta.aspx
https://www.geocaching.com/geocache/GC18VC7_gibalta-farois-de-portugal?guid=d7dd9702-fc03-4fd7-bcc8-0844c67d8c49
https://pt.wikipedia.org/wiki/Farol_da_Gibalta

domingo, 30 de setembro de 2018

Palácio dos Aciprestes

Localizada em Linda-a-Velha, a antiga “Herdade de Ninha de Ribamar” que incluía a área do Palácio dos Aciprestes possui uma origem bastante antiga. Pelas referências existentes calcula-se que só no século XIX este palácio tenha começado a ser chamado de Palácio dos Aciprestes.
Em finais do século XVII, no tempo de Francisco Miranda Soares existiram um conjunto de “casas nobres”, “capela”, “terra de semeadura”, “vinha e horta”. Entretanto, a quinta foi “sequestrada” pela Fazenda Real, devido a dívidas que os proprietários tinham ao Estado e, mais tarde, foi doada por D. José a Alexandre de Gusmão. Este habitou-a por apenas três anos. Alexandre Gusmão, irmão do padre Bartolomeu Gusmão (inventor da “Passarola”), ocupou altos cargos, disputando-os com Sebastião José de Carvalho e Melo (Marquês de Pombal), chegando a ser secretário de D. João V.
Alexandre de Gusmão, construiu, então, uma sumptuosa residência, a qual recheou de inúmeras obras de arte e preciosidades de toda a ordem, ficando, mais tarde, conhecida como Palácio da Quinta Grande. Gusmão habitou o Palácio da Quinta Grande até 1753, ano da sua morte.
Em 1755, a mansão ficou bastante danificada com o terramoto, na altura em que a Quinta Grande passou para os herdeiros de Alexandre de Gusmão e com quem permaneceria durante pouquíssimo tempo, sendo depois vendida a D. Luiz da Cunha Manoel, ministro de D. José. Depois de 1760, foi doada várias vezes e ocupada por empresários, pelos condes de Vila Real, de Rio Maior, da Ponte e, em 1865, a Quinta Grande encontrava-se na posse do Visconde de Rio Seco. Nessa época, era um Centro de Convívio de várias figuras da alta roda portuguesa que, ou se hospedavam no Palácio ou o frequentavam assiduamente.
Depois de 1760 foi doada varias vezes e ocupada por empresários, pelos condes de Vila Real, de Rio Maior, da Ponte e em 1865, a Quinta Grande encontrava-se na posse do Visconde de Rio Seco, sendo nessa época um Centro de Convívio de várias figuras da alta roda portuguesa, que ou se hospedavam no Palácio ou o frequentavam assiduamente.
Na década de 1960, a Quinta dos Aciprestes e o seu Palácio ainda se encontravam na posse de descendentes ou parentes dos viscondes de Rio Seco. Foi então que a Quinta dos Aciprestes mudou de proprietário e sofreu uma transformação radical, graças a um projeto de modernização do conhecido arquitecto Raúl Lino. Do edifício inicial mantém-se apenas a capela, outrora dedicada a Nossa Senhora do Rosário, onde se destaca um altar em madeira policromada e painéis de azulejos do século XVIII.
Em 1981, a Quinta dos Aciprestes foi comprada por um construtor civil e só em 1992 é que a Quinta dos Aciprestes foi adquirida pelo Município de Oeiras, o qual procede a obras de remodelação e restauro, cedendo-a depois, em 1994, em regime de comodato à Fundação Marquês de Pombal, onde desde então aqui estabeleceu a sua sede.
A Quinta dos Aciprestes é constituída pelo Palácio dos Aciprestes, que alberga a Galeria de Arte, o Salão Nobre e a Biblioteca; pelo Jardim dos Aciprestes; pelo Parque Infantil Dr. António João Eusébio; pelo Parque das Amendoeiras e pela Casa Alexandre Gusmão.

Fonte: Fundação Marquês de Pombal
http://www.fmarquesdepombal.pt/palacio_hist.php

Ler mais:
http://www.historiadeportugal.info/palacio-e-quinta-dos-aciprestes/
http://www.visitasvirtuais.com/local.aspx?id=PalacioDosAciprestes#.W7CmM2hKhQI

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Praia de Santo Amaro de Oeiras

Encaixada entre o paredão oeste do Porto de Recreio e o Forte de São João das Maias, esta praia sofreu um conjunto de intervenções permitindo apresentar-se hoje como uma ótima opção para o usufruto de momentos de lazer e veraneio.
É envolvida pelo Passeio Marítimo de Oeiras, onde se pode caminhar, correr, andar de patins e de bicicleta (em horário definidos), e à noite, graças à sua potente iluminação artificial, revela-se também um espaço propício à diversão e animação.
Dispõe ainda de apoios de praia e espaços de restauração, num convite aos sabores locais e à contemplação da costa e orla ribeirinha.
Nesta praia é efectuada vigilância dos banhistas, através dos nadadores-salvadores, existe uma estrutura de apoio ao banhista, é garantida a limpeza mecânica e manual diariamente, existem sanitários, chuveiros com passadiços, estruturas de deposição selectiva de resíduos e eco-cinzeiros de praia.
A praia é indicada para a prática de actividades desportivas como o surf, bodyboard e kitesurf, e também se disputam durante o verão torneios de voleibol de praia e de futebol de praia.
Nos meses de julho e agosto dispõe ainda de um espaço e apoio especializado para pessoas com mobilidade reduzida através do projecto Praia Acessível.

Ler mais:
http://www.cm-oeiras.pt/pt/descobrir/turismo/praias/Paginas/Praia-de-Santo-Amaro.aspx
https://pt.wikipedia.org/wiki/Praia_de_Santo_Amaro_de_Oeiras
http://fugas.publico.pt/Viagens/286038_praia-de-santo-amaro-de-oeiras

sábado, 28 de julho de 2018

Forte de São Bruno de Caxias

O Forte de São Bruno de Caxias localiza-se em Caxias, no concelho de Oeiras, na confluência da ribeira de Barcarena com o Estuário do Tejo.
O seu nome adveio do facto de ter sido edificado perto do convento de Laveiras dos Frades Cartuxos de São Bruno. Fazia parte da 1º linha de fortificações marítimas e fluviais, construídas logo após a Restauração, entre o Cabo da Roca e a Torre de Belém, para defesa da cidade de Lisboa, permitindo assim cruzar fogo com o Forte de Nossa Senhora do Vale, à esquerda, e o Forte de Nossa Senhora de Porto Salvo, à direita.
Em 1647 D. João IV determinou que fosse edificado um pequeno forte no lugar de Caxias, destinado a intensificar a defesa da margem direita da barra do rio Tejo, através do cruzamento de fogo com os fortes de Nossa Senhora do Vale e Nossa Senhora de Porto Salvo, e desta forma reforçando a defesa do Forte de São Julião da Barra. D. António Luís de Meneses, conde de Cantanhede e Governador de Armas da Praça de Cascais, seria nomeado como responsável pela obra. 
O forte apresenta planimetria poligonal em forma de estrela, que se desenvolve em torno de um pátio central quadrangular, com dois baluartes. A entrada no interior da bateria faz-se por um grande portal de arco pleno ladeado por pilastras, sobre o qual foi colocado o escudo de Portugal com a data 1647. Ao centro do pátio foi construída a casa forte, com cobertura abobadada. 
A partir do século XVIII esta fortaleza foi desactivada diversas vezes, devido aos frequentes assoreamentos a que estava sujeita. No início da centúria seguinte ainda integrou as designadas Linhas de Torres, três linhas defensivas formadas por um conjunto de cerca de 150 fortalezas distribuídas entre Torres Vedras e Lisboa, que asseguraram a defesa da capital durante a terceira invasão das tropas napoleónicas. 
Depois desta data, o Forte de São Bruno foi desartilhado, e em 1895 seria ocupado pela Administração Geral das Alfândegas. Somente em meados do século XX, entre 1952 e 1958, o forte foi objecto de obras de conservação e restauro.
Actualmente, a gestão do Forte está atribuída à Associação Amigos dos Castelos que aqui desenvolve, designadamente, actividades dedicadas ao público infantil e escolar.

Ler mais:
http://www.cm-oeiras.pt/pt/descobrir/patrimonio/patrimonio-militar/Paginas/fortesaobruno.aspx
http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/74116/
http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=6080
http://www.amigosdoscastelos.org.pt/tabid/72/ctl/Details/mid/473/monumentID/42/language/en-US/default.aspx
https://pt.wikipedia.org/wiki/Forte_de_São_Bruno_de_Caxias

sábado, 24 de março de 2018

Jardins do Palácio do Marquês de Pombal


O Palácio do Marquês de Pombal ou Palácio do Conde de Oeiras é um solar típico do século XVIII que fica localizado no centro histórico de Oeiras.
O palácio e seus jardins caracterizam-se por possuírem elementos arquitectónicos e artísticos (estuques, azulejos, estátuas, etc.) raros e de grande beleza.
Os jardins, planeados originalmente por Carlos Mardel no século XVII, são de influência francesa e inspirados nos do Palácio de Versailles. Nos anos 60 do século XX, então na propriedade da Fundação Calouste Gulbenkian, e após a grande destruição que sofreu com as cheias então ocorridas, o jardim recebeu uma intervenção da responsabilidade do arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Teles. Hoje, após a sua aquisição por parte da Câmara Municipal de Oeiras, o conjunto dos jardins foi completamente reabilitado em termos de elementos naturais, assim como escultóricos. O conjunto formado pelo Palácio do Marquês de Pombal, a cascata dos Poetas, o Jardim da Água, com a sua fonte das Quatro Estações, assim como a Pérgola por onde se entra e o terraço das Araucárias com a escadaria revestida a azulejo e onde se encontra a fonte de embrechados, criam um harmonioso ambiente de acolhimento.
Quanto às espécies naturais existentes aqui, podemos destacar na flora o choupo negro e branco, o jacarandá ou a nogueira, enquanto que na fauna temos muitas aves migratórias que escolhem este espaço para descansar das suas viagens.
Frequentemente são realizadas várias iniciativas de âmbito cultural sob a alçada da Câmara Municipal de Oeiras.


Ler mais:
http://revistajardins.pt/jardins-portugal-palacio-do-marques-pombal/
https://lifecooler.com/artigo/atividades/jardim-do-palacio-do-marques-de-pombal/382239
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pal%C3%A1cio_do_Marqu%C3%AAs_de_Pombal

Forte Jesus de Mombaça