Mostrar mensagens com a etiqueta Concelho de Condeixa-a-Nova. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Concelho de Condeixa-a-Nova. Mostrar todas as mensagens

domingo, 7 de outubro de 2018

Ruínas de Conímbriga

As ruínas de Conímbriga, em Condeixa-a-Nova, são dos mais conhecidos vestígios romanos em Portugal. Estendem-se por uma vasta área, apresentando todos os traços de uma cidade de grandes dimensões e que só foi parcialmente escavada.
Os arqueólogos acreditam que Conímbriga é uma das maiores localidades romanas conhecidas em Portugal e na Península Ibérica, apesar de só conhecerem menos de um quinto do seu tamanho real.
A evidência arqueológica revela-nos que Conímbriga foi habitada, pelo menos, entre  o séc. IX a.C. e sécs. VII-VIII, da nossa era.  Quando os Romanos chegaram, na segunda metade do séc. I a.C.,  Conímbriga era um povoado florescente. Graças à paz estabelecida na Lusitânia operou-se uma rápida romanização da população indígena e Conímbriga tornou--se uma próspera cidade. No tempo de Augusto a cidade beneficiou de notória renovação urbanística construindo-se o fórum, as termas e a basílica. A cidade mantém-se faustosa até 464 d.C.
Seguindo a profunda crise política e administrativa do Império, Conímbriga sofreu as consequências das invasões bárbaras. Em 465 e em 468 os Suevos capturaram e saquearam parcialmente a cidade, levando a  que, paulatinamente, esta fosse abandonada.
A arquitectura doméstica de Conímbriga, que se desenvolveu e renovou sobretudo entre os últimos anos do século I e o início do século III, notabiliza-se pela edificação de insulae e de sumptuosas domus. O encanto de Conímbriga reside precisamente nestas casas, que guardam na pedra as memórias do esplendor de outros tempos.
Percorra a Casa dos Repuxos e deleite-se no belo jardim central, que preserva a estrutura hidráulica original com mais de quinhentos repuxos, rodeado por um magnífico conjunto de mosaicos figurativos com cenas de caça, passagens mitológicas, as estações do ano, monstros, aves e animais marinhos. Visite as grandes casas e aparato, como a de Cantaber, a maior da cidade, a da Cruz Suástica, com os seus mosaicos geométricos, a do Tridente e da Espada ou a dos Esqueletos, e depois transite por entre os edifícios de rendimento que se organizam em volta destas. Suba as bancadas e os túneis do anfiteatro, percorra as três termas espalhadas pela urbe, e ao pisar os mosaicos do forum imagine-se no centro político desta florescente cidade de outros tempos.
No museu, construído nos anos 60 do século passado, podem encontrar-se achados que surgiram ao longo de vários anos de escavações, para além de modelos que reconstituem o Fórum, templos e outros edifícios importantes daquele complexo urbano.
Conímbriga é visitada anualmente por cerca de 100 mil pessoas.

Ler mais:
http://www.conimbriga.gov.pt/portugues/museu_exposicao4_3.html/ruinas.html
http://www.centerofportugal.com/pt/museu-e-ruinas-romanas-de-conimbriga/
http://ensina.rtp.pt/artigo/conimbriga/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Conímbriga
https://turismodocentro.pt/poi/ruinas-de-conimbriga/

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Buracas do Casmilo



As buracas de Casmilo são uma curiosa formação rochosa existente na freguesia do Zambujal,concelho de Condeixa-a-Nova, em plena serra de Sicó. A paisagem cársica da zona é percorrida por correntes subterrâneas que deram origem canhões e grutas. Com o desmoronamento das suas paredes, ficaram várias cavidades nas paredes do monte, que criam uma paisagem muito curiosa e interessante.
As buracas podem apresentar forma elíptica ou circular e as suas dimensões são muito variáveis. As buracas mais pequenas apresentam cerca de 2 a 3 metros de largura e 1 a 2 metros de profundidade. Estas pequenas buracas quase passam despercebidas, já que as grandes buracas captam verdadeiramente a atenção do visitante. Os melhores exemplares desta morfologia podem apresentar mais de 10 metros de diâmetro e 5 a 7 metros de profundidade.
As Buracas do Casmilo e toda a sua zona envolvente são muito procuradas para a realização de actividades de ar livre, designadamente, escalada, montanhismo, orientação, rappel e acampamentos.

Ler mais:
https://ncultura.pt/vale-das-buracas-do-casmilo/
https://www.viajarentreviagens.pt/portugal/vale-das-buracas-um-segredo-escondido-no-macico-de-sico/
https://darasola.blogs.sapo.pt/buracas-do-casmilo-condeixa-a-nova-67179

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Casa-museu Fernando Namora

A Casa-Museu Fernando Namora foi oficialmente aberta ao público no dia 30 de Junho de 1990.

As sucessivas alterações desta antiga casa de comércio e de habitação onde nasceu o escritor em 1919, tornaram inviável a sua recuperação em termos de remissão para as suas origens.
Foi assumida uma opção que contempla as necessidades de um espaço expositivo adequado à colecção, tendo em consideração o acesso do público. Manteve-se, no entanto, um ambiente familiar, acolhedor, próprio duma habitação tradicional no centro da vila de Condeixa.
Os pontos de maior interesse deste espaço museológico são constituídos pelo acervo documental de Fernando Namora transferido do escritório da sua residência em de Lisboa. Este fundo bibliográfico e documental é revelador das relações de cumplicidade com muitos outros autores, e muito contribui para explicar, nas suas diversas vertentes, o Homem que é Namora.

Deve destacar-se, ainda, a coleção de manuscritos, apontamentos originais, provas tipográficas, livros publicados e anotados, isto é, um conjunto de artefactos que dão corpo à oficina do escritor.
De inestimável valor é, também, o núcleo de pintura de sua própria autoria, «outra sua vocação exigente e criadora», e, ainda o núcleo de pintura e escultura com trabalhos de diversos autores nacionais e estrangeiros.

Ler mais:
http://www.cm-condeixa.pt/rbcondeixa/index.php/conhecer/bibliotecas/institucional/casa-museu-fernando-namora
https://www.bad.pt/diretorio/?dir-item=casa-museu-fernando-namora
http://www.apcm.pt/casas-museu/casa-museu-fernando-namora/

sexta-feira, 9 de março de 2018

Paço dos Comendadores de Ega




O Paço dos Comendadores da Ega é dos raríssimos edifícios civis que ainda se conservam, do início do século XVI. Pertencia à Ordem de Cristo. Nele podem-se observar elementos decorativos de cariz manuelino, como a janela geminada presente na fachada norte. 
O conjunto desenvolve-se em U definindo um pátio que é encerrado a sul por um muro alto, a eixo do qual se faz a entrada no espaço. No piso térreo localizavam-se os espaços destinados aos animais e ao armazenamento e produção agrícola, enquanto no piso superior se desenvolviam os aposentos residenciais. 
O edifício já existiria no início do século XVI mas foi nessa época, cerca de 1508-1510, que se realizou uma importante campanha de obras, imposta pela visitação da Ordem de Cristo, e que conformou (em grande parte) o edifício que chegou aos nossos dias. Recentemente foi alvo de uma renovação e adaptação a turismo de habitação que salvou o edifício da ruína.
O Paço da Ega ergue-se no alto de uma colina, desfrutando de vista panorâmica em todo o seu redor, enquadrado por uma propriedade com cerca de 20000m2, possuindo uma mata secular de carvalhos, sobreiros, azinheiras, pinheiros e oliveiras. 






Ler mais:
http://paco-da-ega.com/prd/main.php?l=pt
http://www.solaresdeportugal.pt/PT/solar.php?casaid=142

Forte Jesus de Mombaça