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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Ecomuseu de Ribeira de Pena


Ribeira de Pena é um concelho de fronteira entre o Minho e Trás-os-Montes, onde se encontram o Alvão, o Barroso e o próspero vale do Tâmega. Fruto desta situação, possui um património rico e peculiar, de contrastes e simbioses que estão na origem de uma identidade muito própria caracterizadora da sua comunidade. O Ecomuseu de Ribeira de Pena pretende preservar e divulgar o património cultural da comunidade ribeirapenense, assim como promover e dinamizar a acção cultural na sua região de implantação.
O Ecomuseu integra os vários museus do município instalados em estruturas de grande significado para a comunidade que tem um papel fundamental na identificação e valorização do seu património. São diferentes os seus núcleos como são diferentes as vertentes do património da sua intervenção, criando uma rede de museus interligada e um roteiro cultural na região.
Trata-se de um museu polinucleado composto pelo: Museu da Venda Nova; Casa de Camilo; Casa da Cultura-Museu da Escola; Centro de Interpretação-Museu do Linho; Centro de Estudos Regionais; Espaço Santa Marinha; Casa do Minério-Museu do Volfrâmio; Centro dos Vinhos Verdes.
Os Serviços Educativos do Ecomuseu disponibilizam um conjunto de actividades de exploração das exposições e do património ribeirapenense, orientadas para diferentes tipos de público, tendo particular destaque a oferta para o público escolar. Além de ateliês, percursos pedestres e jogos educativos, são ainda disponibilizadas visitas guiadas aos roteiros culturais existentes no concelho, nomeadamente o Roteiro Tesouros de Ribeira de Pena e o Roteiro Camiliano. A oferta educativa pode ser consultada na página online do Ecomuseu onde se encontram disponíveis os contactos para informações e marcações.

Ler mais:
http://www.ecomuseu-rpena.pt/
http://www.cm-rpena.pt/cultura/?id=8
http://ecomuseuribeiradepena.blogspot.com/
https://eulacmuseums.net/index.php/component/fabrik/details/5/25

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Ecomuseu do sal

O Ecomuseu do sal situa-se na freguesia de Lavos, próxima da Figueira da Foz e junto ao estuário do Mondego.  
O Núcleo Museológico do Sal foi inaugurado a 17 de agosto de 2007 com o objetivo de interpretar, valorizar e difundir testemunhos singulares reportados à relação secular do Homem com o território das salinas do concelho da Figueira da Foz.
Situado na Salina Municipal do Corredor da Cobra, adquirida em 2000 com o intuito de promover a reactivação e manutenção contínua da actividade salineira, este complexo cultural e ambiental integra um Armazém de Sal, uma Rota Pedestre pelo salgado, homologada pela Federação Portuguesa de Campismo e Montanhismo, uma Rota Fluvial pelo estuário do Rio Mondego e ainda um observatório de aves com um leitor de paisagem do território que o abraça.
Este espaço museológico assume-se cada vez mais como um centro de informação, educação e sensibilização de diversos públicos para a necessidade de preservação de uma actividade tradicional e de um produto artesanal, contribuindo assim, de forma integrada, para a valorização deste património como factor de desenvolvimento local sustentável. 
É um centro local e nacional aberto à investigação e informação sobre a riqueza da biodiversidade do seu ecossistema-tipo e uma unidade didáctica de lazer e de interactividade. É um espaço que proporciona aos diversos públicos que o visitam experiências únicas e particulares.
O seu programa museológico foi concebido pela empresa de consultoria ambiental Mãe d’ Água, Lda., com o apoio e acompanhamento dos serviços culturais da Autarquia.
O visitante é confrontado com a explanação de cinco grandes temas: O que é o Sal; O Sal na Natureza; História do Sal em Portugal; A Tecnologia do Sal na Figueira da Foz e O Ciclo de Produção; e As Salinas e a Conservação da Natureza.
                 Fonte: Câmara Municipal da Figueira da Foz

Ler mais:
http://www.cm-figfoz.pt/index.php/cultura/2014-03-20-16-23-51/nucleos-museologicos/392-servicos2/por-temas/cultura/nucleo-museologico/705-nucleo-museologico-sal

domingo, 11 de março de 2018

Ecomuseu do Seixal - barcos típicos do Tejo

O varino "Amoroso"

O estuário do Tejo foi, desde sempre, uma encruzilhada de fragatas, varinos e faluas. Apesar de ser cada vez mais difícil encontrar estas emblemáticas embarcações, na Baía do Seixal ainda navegam algumas delas, que o município preservou.
O bote "Gaivota"
Antigas embarcações de tráfego local entre cais e portos do estuário do Tejo, funções que serviram até ao início da década de setenta do século passado, os botes de fragata Baía do Seixal e Gaivota e o varino Amoroso integram hoje o espólio do Ecomuseu Municipal do Seixal como embarcações de recreio.
O mais antigo dos três é o Baía do Seixal, que data de 1914, sendo-lhe conhecidas as denominações de Emília, Flôr de Coina e Cici. O Gaivota foi construído em 1934, em Alhandra, e registado como Aurora Primeiro. Mais tarde, são-lhe atribuídas as denominações de Abílio Trindade e João Luís. O primeiro registo conhecido do varino Amoroso é de 1921, reportando a actividade de tráfego da embarcação a Abrantes, com a denominação de Eduardo. Teve ainda a designação de Eduardo Primeiro e, em 1945, recebeu o nome que ainda hoje preserva, Amoroso.
O bote "Baía do Seixal"
As embarcações são utilizáveis pelo público, efectuando passeios no Tejo. O Baía do Seixal, o Gaivota e o Amoroso, são usados como embarcações de recreio, desde 1990, 1982 e 1995, respectivamente. 
Cada uma destas embarcação navega com uma tripulação de carácter permanente, constituída por um mestre (arrais) e, dependendo do porte da embarcação, um ou vários ajudantes, devidamente habilitados e credenciados.

Fonte:
http://www.cm-seixal.pt/ecomuseu-municipal/embarcacoes-tradicionais

Forte Jesus de Mombaça