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sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Centro de Cultura Contemporânea

O Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco (CCCCB), tutelado pela Câmara Municipal, pretende promover e divulgar a cultura contemporânea, estimular a criação artística, trabalhar a criação e formação de novos públicos.
O CCCCB está instalado num edifício da autoria do arquiteto catalão Josep Lluis Mateo, em colaboração com o arquiteto português Carlos Reis de Figueiredo, e localiza-se no Campo Mártires da Pátria (Devesa), o centro da cidade, local de encontro e lazer, nas imediações de outros equipamentos culturais, como o Cineteatro Avenida e a Biblioteca Municipal.
Com uma forte presença arquitetónica, é um edifício vazado, com uma área de cerca de 1570m2, revestido a metal e madeira, com 4 pisos (Piso -1 Entrada / Receção / Área Expositiva / Serviços de Apoio), (Piso 0 Pista de Patinagem Gelo Sintético), (Piso 1 Área Expositiva / Auditório Música de Câmara), (Piso 2 Área Expositiva /Auditório Música Câmara / Cafetaria).
O Centro disponibiliza visitas guiadas.

Fonte:
https://www.cm-castelobranco.pt/visitante/cultura-contempor%C3%A2nea-no-centro/

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Agência do Banco de Portugal em Castelo Branco


Projeto com traço do arquiteto Salles Viana (1891-1973), a agência do Banco de Portugal foi inaugurada em 1930. 
Exemplo arquitetónico de uma época de produção indefinida apresenta características do classicismo, do barroco e do gótico.

domingo, 4 de outubro de 2020

Pelourinho de São Vicente da Beira

 

São Vicente da Beira teve foral em 1195, dado pelo rei D. Sancho I, e tornando-se a partir de então um dos mais importantes concelhos de Portugal medieval. D. João II confirmou a carta de foral em 1469. No reinado de D. Manuel, com a reforma dos forais em 1512, teve nova carta de foral; nesta época terá sido edificado o pelourinho da vila.
O pelourinho de São Vicente da Beira assenta num conjunto de três degraus circulares. O fuste, de secção octogonal e despojado de decoração, está colocado sobre uma base circular e é encimado por um capitel quadrangular. O remate do conjunto apresenta uma forma de pirâmide, ornamentado com a cruz de Avis, o escudo nacional, um pelicano e uma nau com dois corvos, símbolo do padroeiro da vila, São Vicente. Na parte superior do remate foram dispostos quatro motivos boleados. O conjunto é rematado por uma grimpa de ferro com catavento encimado por uma cruz.
Está classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1933.
Fonte: Catarina Oliveira, DGPC
Ler mais:
http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/73969
http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=839

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Adufes da Beira Baixa

O adufe, instrumento musical de percussão, foi introduzido na Península Ibérica entre os séculos VIII e IX, pela mão dos árabes. Trata-se de um instrumento quadrado, da família dos membranofones, de membrana dupla, que se toca na região da Beira Baixa especialmente por mulheres, a acompanhar cantigas. 
O instrumento encontra-se ligado a rituais mágico-religiosos das culturas de tipo pastoril e também associados a bailes festivos. A sua função exclusivamente rítmica parece ter contribuído, nas regiões onde subsistiu, para a conservação dos modos arcaicos dos cantares que acompanhava.
Idanha-a-Nova foi a vila portuguesa que adoptou e reivindicou o instrumento. Antigamente, qualquer pessoa fazia o seu próprio adufe, sendo muito comum a sua utilização. Com o passar dos anos tanto a produção como a utilização diminuíram. No entanto, a vila da Beira Baixa tem levado a cabo o desafio de incentivar e estimular a população a produzir adufes, de modo a fazer perdurar a tradição e cultura, o que contribui, ainda, para o turismo do concelho.

Ler mais:
http://terramater.pt/adufe/
http://media.rtp.pt/opovoqueaindacanta/episodios/adufe/
https://www.publico.pt/2017/04/29/local/noticia/adufe-o-frame-drum-portugues-1770321

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Ermida de Nossa Senhora de Mércoles

O culto a Nossa Senhora de Mércoles é um misto de lenda, de culto pagão e cristão e, talvez por isso, a Ermida que lhe é consagrada apresente diversos estilos e sobreposições.
Numa pequena elevação coberta por oliveiras e azinheiras, o cabeço de Mércoles, a 3 Km de Castelo Branco, para noroeste, foi construída uma ermida, que sofreu várias alterações desde a existência, no local, de um templo pagão. A sua fundação é atribuída aos Templários em finais do séc.XII.
O seu estilo é de transição de românico para o gótico. O portal da entrada e dois portais laterais são ogivais. O pavimento da capela está em plano inferior ao do terreno, sendo, por isso, necessário cinco degraus para se descer.
Não há um exacto conhecimento sobre a origem do termo mércoles, mas aceita-se que no local teria havido um templo dedicado ao deus pagão Mercúrio e haveria também, todas as primaveras, um culto a ele dedicado - a Mercurália. Na verdade mércoles significa dia de Mercúrio e num processo de aculturação, o cristianismo teria absorvido e reformulado o culto pagão no culto à Virgem Maria, sob a invocação de Mércoles. Convém notar que quarta-feira em língua galega é mércores, e miércoles em castelhano.
A igreja actual apresenta numerosas características da época moderna, sintoma das várias campanhas artísticas que se sucederam no espaço do santuário. De inícios do século XVII data o revestimento azulejar do interior e parte da decoração retabular. Sensivelmente um século depois foi efectuada a reforma da fachada principal, a que se adossaram dois torreões de planta quadrangular, responsáveis pela sensação de rigorosa simetria que caracteriza este elemento. Ainda da época barroca data a monumental escadaria de acesso ao adro do templo, bem como diversas outras obras de melhoramentos do local.
Nos últimos dois séculos o edifício foi objecto de campanhas restauradoras parcelares, que alteraram, em alguma medida, o produto gótico-barroco do século XVIII.

Ler mais:
http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/74250
https://www.guiadacidade.pt/pt/poi-santuario-de-nossa-senhora-de-mercoles-20439
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ermida_da_Nossa_Senhora_de_Mércoles

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Cruzeiro de São João


O Cruzeiro de São João localiza-se no actual Largo de São João, na cidade de Castelo Branco, muito próximo do Jardim do Paço.
Construído nas primeiras décadas do século XVI, o cruzeiro de São João situa-se em frente do local onde se erguia a igreja com a mesma denominação, demolida no início do século XX.
O Cruzeiro assenta numa base octogonal decorada com elementos vegetalistas, tem um fuste espiralado onde assenta um anel, decorado com uma corda e plantas estilizadas que serve de base à cruz, a qual por sua vez ostenta Cristo crucificado.
Encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 16 de junho de 1910.

Ler mais:
http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70389
http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3856
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cruzeiro_de_São_João
http://www.cm-castelobranco.pt/municipe/patrimonio/detalhe-edificio/?id=1626

sexta-feira, 23 de março de 2018

Jardim do Paço Episcopal


O Jardim do Paço Episcopal é um dos mais extraordinários jardins barrocos portugueses e, por si só, justificaria a visita à cidade. Foi construído no século XVIII, por iniciativa do primeiro Bispo de Castelo Branco, D. João de Mendonça, junto do então paço, residência de Inverno do Bispo da Guarda que hoje alberga o Museu Tavares Proença Júnior. O jardim é único pela sua originalidade e elegância. De inspiração barroca, entre as suas alamedas de buxos encontram-se numerosas estátuas de granito, representando, entre outros, as quatro partes do Mundo então conhecidas (Europa, Ásia, África e Índia), os signos do Zodíaco, as estações do ano e os seus meses. Do seu grande lago, onde vem dar a cascata de Moisés, partem duas escadarias monumentais, a dos Reis e dos Apóstolos. 
O Jardim Alagado, tanque floreado de curvas bem delineadas e canteiros de flores, tem ao centro um repuxo de cantaria por três golfinhos entrelaçados e encimados por uma coroa. A estranheza da iconografia do conjunto escultórico resulta do facto de haver uma aliança singular entre o universo religioso e universo panteísta.
Para além da zona do designado "Jardim Alagado" formado por um tanque de planta quadrilátera irregular, existe ainda um terraço superior sobranceiro a todas as áreas. Do antigo bosque restam, apenas, algumas árvores.
De destacar que na evocativa dos Reis de Portugal, as representações dos Filipes da Terceira Dinastia, assim como a do Cardeal-Rei, D. Henrique, pelas suas simpatias castelhanas, foram esculpidos em menores dimensões que os demais.
                                     Fonte: Lifecooler


Ler mais:
https://lifecooler.com/artigo/atividades/jardim-do-paco-episcopal/306060
http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70390
https://www.guiadacidade.pt/pt/poi-jardim-do-paco-20436

Forte Jesus de Mombaça