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quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Ciclovia do Passeio Augusto Cabrita

O Parque Ribeirinho Augusto Cabrita situa-se na zona marginal do Barreiro sobre o Rio Tejo, onde anteriormente se situava a antiga Praia da Bela Vista. Autêntica varanda do Tejo, oferece uma excelente vista panorâmica para a outra margem, desde a Ponte 25 de Abril até à Ponte Vasco da Gama, nomeadamente sobre o Mar da Palha.
A Ciclovia, uma das valências oferecidas por este Parque, tem uma dupla funcionalidade, mobilidade e recreio. Atravessa toda a zona de lazer, sempre paralela e junto ao rio, desde a zona industrial da Quimiparque até à caldeira do Moinho de Maré do Braancamp.
Esta via desperta um grande potencial paisagístico. A utilização do passeio ribeirinho que incorpora a ciclovia – Passeio Augusto Cabrita – é exclusivamente conferida a peões, bicicletas e outros modos suaves de deslocação, o que induzirá a incorporação de uma classe de segurança elevada.
A Ciclovia do Passeio Augusto Cabrita apresenta uma faixa de rodagem em piso betuminoso colorido ("neoasfalto" vermelho escuro) com 740 metros de comprimento e com uma largura média de 2,5 metros, que permite a circulação nos dois sentidos.

Ler mais:
http://www.ciclovia.pt/ciclovias/3lisboa/2setubal/barreiro/bpacabrita.php
https://www.cm-barreiro.pt/viver/arquivo-de-noticias/2012/noticia/um-passeio-diferente-autoestradas-para-o-bem-estar-percursos-ciclaveis-no-barreiro-veja-aqui-a-planta-da-rede-no-concelho
https://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=15000204

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Ecopista do Dão


A Linha do Dão, originalmente conhecida como Ramal de Viseu, foi uma linha ferroviária de via estreita (1000 mm) que ligava Santa Comba Dão, na Linha da Beira Alta, à cidade de Viseu. Entrou ao serviço em 25 de Novembro de 1890, e foi definitivamente encerrada em 28 de Setembro de 1989, tendo sido posteriormente adaptada a ecopista.
Em 2007, o troço da Linha do Dão entre Viseu e Figueiró foi convertido em ecopista, existindo actualmente em Vildemoínhos um posto de aluguer de bicicletas. O prolongamento da ecopista ao longo do restante traçado da Linha do Dão foi um projecto realizado no âmbito de uma parceria entre os municípios servidos pela linha: Viseu, Tondela e Santa Comba Dão. O projecto, denominado Ecopista do Dão, previa o restauro de todas as estações, apeadeiros e restantes e obras de arte da linha, bem como a instalação de iluminação pública ao longo de toda a ecopista. A Ecopista do Dão foi inaugurada a 2 de Julho de 2011. 
A quilometragem da Ecopista é feita em sentido inverso ao da Linha do Dão - isto é, começa em Viseu e termina em Santa Comba Dão - e compreende cerca de 49 quilómetros.

Ler mais:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Linha_do_Dão
http://arquivo.pt/wayback/20081025231449/http://www.jornaldocentro.pt/index.php?lop=conteudo&op=dc912a253d1e9ba40e2c597ed2376640&id=1df58e63816ec9ab895d8f14640a5f47&drops[drop_edicao]=54

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Estação e Museu ferroviário de Arco de Baúlhe

Com início na Livração, e passagem por Amarante, Celorico de Basto e Cavez, a Linha do Tâmega só começou a ser construída em Março de 1905 pelos Caminhos de Ferro do Estado – Companhia do Minho e Douro (CFE/MD). A linha do Tâmega era de via estreita (1000 mm), tinha à volta de 52 km e demorou cerca de quarenta anos a ser terminada (1908-1949).

A 15 de janeiro de 1949 é inaugurada com solenidade a estação de Arco de Baúlhe, que constituía a gare terminal da Linha do Tâmega.
Com o encerramento da linha entre Amarante e Arco de Baúlhe, em 1990, o espaço foi reconvertido no núcleo ferroviário de Arco de Baúlhe integrado no Museu das Terras de Basto.O Núcleo Ferroviário é constituído: pelo edifício da estação propriamente dito, revestido com painéis azulejares executados; pela «casa dos maquinistas»; por um cais de carga e descarga de mercadorias com o respetivo armazém de despachos; por duas cocheiras; por uma «redonda» ou plataforma giratória; por um depósito de carvão e um imponente depósito de água, bem como por uma «grua de abastecimento de locomotivas», ou seja, a bomba de água destinada a abastecer a caldeira da locomotiva.
Envolvendo estes edifícios um cuidado jardim que foi merecendo, ao longo dos anos, diversos prémios e menções honrosas.Neste núcleo ferroviário o visitante encontra em exposição diverso material circulante datado dos finais do século XIX até à 1.ª metade do século XX. Numa das cocheiras encontram-se as duas carruagem-salão em que o Rei D. Carlos e a Rainha Dona Amélia viajaram, em junho 1907, na Linha do Corgo. Também de visita obrigatória é a locomotiva a vapor datada de 1908 e construída na Alemanha, bem como a carruagem de 3.ª classe construída em 1876, na empresa «Bristol Works», no Reino Unido.
Em 2008, foi apresentado um projecto para a reabilitação e recuperação do troço entre Amarante e Arco de Baúlhe, que previa a exploração ferroviária turística e o regresso de um serviço regional de passageiros; no entanto, este projecto não foi aceite.
Em 2013 passou a integrar a Ecopista do Tâmega. Esta estação encontra-se em excelente estado de conservação e apresenta linhas e uma ligação ferroviária ao museu.

Ler mais:
http://www.portoenorte.pt/pt/o-que-fazer/museu-das-terras-de-basto-nucleo-ferroviario-arco-de-baulhe/
https://www.fmnf.pt/nucleos_museologicos_arco_de_baulhe
http://www.baixotamega.pt/frontoffice/pages/315?geo_article_id=672

domingo, 22 de abril de 2018

Ecopista do Vale do Vouga


A Linha do Vouga, originalmente conhecida como Linha do Vale do Vouga, e alcunhada de Linha do Vale das Voltas devido ao seu sinuoso traçado, é um troço ferroviário que liga a Linha do Norte, em Espinho, à Linha do Dão, em Viseu, numa extensão de 140 quilómetros. A Linha do Vouga foi inaugurada totalmente em 5 de Fevereiro de 1914. Actualmente só existe movimento ferroviário entre Espinho e Sernada do Vouga, uma vez que em 1 de Janeiro de 1990 foi encerrado o troço entre Sernada do Vouga e Viseu.
Em Outubro de 2009 os Municípios de Albergaria-a-Velha, Águeda, Sever do Vouga, Oliveira de Frades, Vouzela, S. Pedro do Sul e Viseu, a Comunidade Intermunicipal dos Municípios da Região Dão-Lafões e a Refer, apresentaram o anteprojecto da Ecopista do Vale do Vouga, uma via ciclopedonal que vai atravessar estes sete Concelhos ao longo de 78 quilómetros.
Com esta Ecopista pretendem transformar o antigo troço ferroviário num circuito ciclável e pedonal que se estenderá por quase 80 quilómetros de extremo valor paisagístico, turístico e ambiental. A futura Ecopista do Vale do Vouga irá abranger a recuperação/reabilitação de estações de caminho-de-ferro e apeadeiros que se encontram espalhados pelos sete municípios, sendo também um incentivo à prática desportiva com segurança.
Em 2009 o Município de Sever do Vouga abria ao público o primeiro Percurso da Ecopista, entre a Foz do Rio Mau e a estação de Paradela. Mais recentemente, em 2013, este Percurso foi prolongado até Cedrim. Entretanto, em Águeda já se pode, também, circular pelo antigo canal ferroviário entre Sernada do Vouga e a Foz do Rio Mau. Nos restantes Municípios estão a decorrer obras de reconversão, pelo que já é possível percorrer quase toda a Ecopista em bicicleta tipo BTT.
Fonte: http://www.ciclovia.pt/ciclovias/2centro/1aveiro/lvvouga/lvvouga.php

Ler mais:
http://www.ippatrimonio.pt/ecopistas/ecopista-do-vouga
http://www.ciclovia.pt/ciclovias/2centro/1aveiro/lvvouga/lvvouga.php
https://pedalopelacidade.wordpress.com/tag/ecopista-do-vale-do-vouga/

Forte Jesus de Mombaça