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domingo, 25 de outubro de 2020

Aldeia histórica de Longroiva

Longroiva é uma freguesia do concelho de Mêda, que foi sede de concelho entre 1120 e 1836.
O Castelo de Longroiva está situado no ponto mais alto do antigo castro de Longobriga. Hoje conserva um pedaço da cerca, que foi fechado no século XIX para servir de cemitério, e ainda restos da barbacã, que faz parte do reduto mais primitivo da fortaleza, anterior a 1176.
Para além do castelo, que sofreu beneficiação recente ao nível da iluminação e embelezamento, Longroiva possui um notável património cultural construído: o solar dos marqueses de Roriz, adaptado a turismo de habitação, a capela da Senhora do Torrão, a Fonte da Concelha, a Fonte Nova, a Igreja Matriz, dedicada a Santa Maria, a estrada romana (para Astorga e Caliábria), a forca, sepulturas antropomórficas e moinhos de água.
O casario branco alonga-se na encosta poente do monte onde se localiza a povoação, ao longo de pequenas ruas medievais, de forma compacta e que vão confluir no Largo da Praça onde se localiza a antiga Câmara e o pelourinho.

Ler mais:
https://cm-meda.pt/o-municipio/juntas-de-freguesia/longroiva/
https://www.viajecomigo.com/2018/07/07/longroiva-termas-meda-portugal/
http://www.portugalnotavel.com/termas-de-longroiva/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Longroiva

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Cardenhas de Val de Poldros


 Na Serra da Peneda, as brandas, por oposição às inverneiras, eram os locais onde os pastores, e as as suas famílias, subiam aos pontos mais altos no verão, em busca dos melhores prados para os seus rebanhos. 

Cada branda era constituída por um conjunto de abrigos de pedra tosca - as cardenhas -, onde os habitantes se recolhiam durante a noite e assim passavam os meses de verão. Nos restantes meses, desciam às inverneiras, numa transumância humana que hoje já poucos praticam.
Como abrigo para o frio cortante do alto da serra, as cardenhas são rudimentares construções de granito, com tecto baixo para preservar o calor.
Das várias brandas que ainda subsistem na região da Peneda, subsiste a Brande de Santo António de Val de Poldros, um conjunto arquitectónico de inestimável valor patrimonial. Ali existem ainda umas quantas cardenhas bem preservadas, algumas delas convertidas em restaurante e locais de abrigo para visitantes.
Recentemente, a câmara municipal de Monção anunciou a criação de um plano de salvaguarda da branda de Val de Poldros, justificando-o com o "enorme potencial cultural e turístico deste espaço de memória".

Ler mais:
https://media.rtp.pt/visitaguiada/ouvir/branda-santo-antonio-vale-poldros/
http://portugalconhecaomaisbelopaisdaeuropa.blogspot.com/2018/04/val-de-poldros-aldeia-que-parece-um.html
https://www.rtp.pt/noticias/cultura/branda-em-moncao-vai-ter-plano-de-salvaguarda-de-santo-dentro-de-sete-meses_n1206135

domingo, 2 de dezembro de 2018

Aldeia típica do Fujaco

Fujaco é uma localidade portuguesa que faz parte da freguesia de Sul, no concelho de São Pedro do Sul.
A aldeia situa-se numa encosta da Serra da Arada. As habitações possuem as tradicionais paredes de xisto e tecto coberto com lousa. Os habitantes dedicam-se, sobretudo, à agricultura (milho, batata, feijão, vinha), à criação de gado (ovelhas e cabras) e também à apicultura.
Podemos também encontrar nesta aldeia nascentes de água, as fontes Cimeiras, os Sarzedos são exemplos de nascentes que alimentam os moinhos e o ribeiro do Fujaco. Existe uma série de moinhos que se estendem pelo monte, ligados entre si por levas de água que corre a grande velocidade.
No alto de um monte, consegue-se ver a Escola, recentemente reconstruída para albergar a associação local e, em frente, a capelinha de Nossa Senhora dos Remédios.
O gado mais abundante nesta aldeia é o ovino e caprino. É interessante a maneira como estes animais são criados. Os cabritos e os cordeiros não saem do curral ou, então, são levados para os ervados onde a erva é mais tenra. Os animais mais desenvolvidos são reunidos todos os dias e entregues a um habitante da aldeia, que os leva até ao cimo dos montes para pastarem. A função de pastor é rotativa, isto é, cada dia vai uma pessoa com os seus animais e dos vizinhos; corre a vez a todos.
A população desta aldeia típica tem vindo a diminuir ao longo dos últimos anos pois os mais jovens emigraram para o estrangeiro ou para as zonas litorais à procura de melhores condições de vida, regressando à sua terra, sobretudo, durante as épocas festivas para reviver o passado e se reencontrarem com os seus conterrâneos.

Ler mais:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Fujaco
https://lafoes.webnode.pt/o-que-visitar-fazer/aldeias-tipicas/aldeia-do-fujaco/https://solagasta.com/aldeia-tipica-do-fujaco-sao-pedro-do-sul/
https://www.facebook.com/pages/category/Community/Aldeia-do-Fujaco-136961933000201/

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Aldeia da Luz

Luz (também conhecida por Aldeia da Luz) é uma freguesia portuguesa do concelho de Mourão, no Alentejo. A (nova) aldeia da Luz, a cerca de dois quilómetros da antiga, é considerada uma das aldeias mais carismáticas do País, devido ao facto de ter sofrido as consequências mais directas​ com a construção da barragem do Alqueva.
Grande parte do território desta freguesia foi então submerso pelas águas da albufeira da Barragem de Alqueva, a partir de 2002. A questão do realojamento dos habitantes da aldeia da Luz iniciou-se em 1981. Foram consideradas 3 hipóteses: indemnizar dos habitantes, transferi-los para uma povoação vizinha ou construir uma aldeia semelhante. Esta ultima alternativa foi a escolhida, sendo a preferida pela população.
As obras iniciaram-se em 1998 e terminaram em 2002. A nova aldeia foi construída de forma a manter no essencial as características da aldeia antiga. Porém, a transferência da população para a nova aldeia não teve os resultados esperados. Em 2002 foram transferidos para as novas casas 423 habitantes. Em 2012 eram 297 os moradores e cerca de cem casas estavam desocupadas.
Na escola que, na altura da sua inauguração, tinha 28 crianças, em 2012 havia só oito e em 2015 apenas 1.
A nova aldeia para os habitantes é um objecto extravagante que foi desenhado sem ter havido um prévio e aprofundado conhecimento das necessidades e hábitos da população residente.
A transladação dos corpos do cemitério da velha Luz para o cemitério da nova Luz, foi o episódio mais intimista e com o qual a população da Luz mais sofreu.

Ler mais:
http://www.roteirodoalqueva.com/aldeias-ribeirinhas/luz
https://pt.wikipedia.org/wiki/Luz_(Mourão)
https://7maravilhas.pt/portfolio-items/aldeia-da-luz/

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Aldeia de Alganhafres

Alganhafres é um pequeno lugar pertencente à freguesia de Selores, no concelho de Carrazeda de Ansiães.
Este núcleo habitacional conjuga, de uma forma muito particular, a beleza da arquitectura tradicional transmontana com o requinte das construções solarengas.
Alganhafres merece uma visita para todos os que querem ver pedaços genuínos da arquitectura tradicional transmontana, mantendo as escadas exteriores, o patamar, por vezes o alpendre, a pedra em cantaria ou rústica e, maioritariamente, com rés-do-chão e 1.º andar.
Quem entra pela denominada Carvalha, logo se depara com o velho fontanário. Situado no grande largo do Terreiro, era local de encontros e partilha de segredos. Aí se abasteciam as casas de água, bebiam as crias ao final da tarde no regresso aos estábulos.
A capela, no meio da povoação, bem enquadrada duma enorme casa rural e de outras construções rurais com pedra aparelhada, e com muros laterais a ligar as habitações em volta, formando uma entrada poente com uma espécie de portal que dá acesso ao largo fronteiriço. É a Casa Grande, uma construção do século XVIII.
Prosseguindo o itinerário pela povoação, depara-se o viajante com múltiplas casas e ambientes rurais, caminhos estreitos e com forte traço medieval.

Ler mais:
http://descobriransiaes.blogspot.com/2012/04/1-dia-por-terras-de-ansiaes-7b.html
http://descobriransiaes.blogspot.com/2009/08/alganhafres-1.html
http://maravilhas-de-ansiaes.blogspot.com/2007/06/casa-senhorial-de-alganhafres-capela-de.html

domingo, 29 de julho de 2018

Aldeia típica de Cacela Velha

A pequena aldeia de Cacela Velha na freguesia da Vila Nova de Cacela, no concelho de Vila Real de Santo António, fica na extremidade nascente da paisagem lagunar da Ria Formosa, frente à Península da Cacela.
A história desta aldeia remonta aos tempos do povoamento grego e fenício do Algarve. O nome 'Cacela' presumivelmente provém dos tempos do reino árabe na Península Ibérica. Durante o período islâmico foi um importante centro populacional, até ser sido conquistada por Paio Peres Correia.
A administração do Castelo e suas terras do termo foram entregues à Ordem de Santiago, sendo a ordem responsável pela nomeação de um comendador que gerisse as respectivas terras.
Em 17 de Julho de 1283 D. Dinis outorgou foral a Cacela. Durante o século XIV devido a alterações da linha da costa e aos constantes ataques de piratas a população começou a abandonar a vila e a partir para o interior, disseminando-se por quintas e fazendas das ricas terras agrícolas que se estendem até à serra. Esta tendência ter-se-á acentuado sobretudo a partir da época dos Descobrimentos. Embora mantendo actividades ligadas ao mar, Cacela adquiriu um cariz marcadamente rural.
A aldeia é uma das mais típicas e genuínas de todo o Algarve e merece uma visita. Da bela localidade muralhada de Cacela Velha, edificada sobre uma arriba fóssil com cerca de um milhão de anos, contempla-se a ria Formosa e a ilha-barreira onde se situa a praia marítima. 
A aldeia é fechada ao trânsito; os visitantes deixam o seu carro no espaçoso parque de estacionamento na entrada da aldeia e exploram a localidade confortavelmente a pé.
As poucas casas de Cacela Velha são coroadas por uma pequena igreja e uma fortaleza imponente. Em séculos passados, a Fortaleza de Cacela Velha foi parte integral das fortificações fronteiriças. Hoje, a Unidade de Controlo Costeiro da GNR está alojada no complexo, o que impede visitas turísticas ao interior da Fortaleza.
A Praia da Cacela Velha tem acesso pedonal a partir da Manta Rota, mas mais frequentemente os turistas optam pela travessia de barco do Sítio da Fábrica em Cacela Velha.

Ler mais:
http://pt.algarve-portal.com/city.php?p=3&id=50
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cacela_Velha
http://discoverportugal2day.com/cacela-velha/

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Aldeia avieira de Escaroupim


A cerca de 7 Km de Salvaterra de Magos situa-se a aldeia de Escaroupim, uma típica aldeia piscatória, formada em meados dos anos 30 do século passado. 
Alves Redol chamou-lhes os nómadas do rio. Os pescadores que vinham da praia de Vieira de Leiria, na Marinha Grande, procurar o sustento invernal ao Tejo foram ficando, criando raízes e uma cultura própria. Da sua origem vem o nome de Avieiros. A aldeia de Escaroupim, no concelho de Salvaterra de Magos, é o exemplo de uma povoação avieira.
Em Escaroupim as casas de madeira são assentes em estacaria para resistirem às cheias do Tejo e pintadas de cores garridas. Os tons festivos estendem-se também aos barcos ancorados no cais palafítico.
Hoje em dia, apesar do seu Tejo estar diferente e a sua aldeia modificada, o pescador avieiro resiste e continua a lançar as suas redes à agua num processo de aprendizagem que lhe foi legado pelos seus antepassados, perpetuando desta forma a identidade/ memória cultural dos avieiros.
Em Escaroupim é obrigatória a visita ao Núcleo Museológico do Escaroupim, situado na aldeia avieira, que é composto pelo Museu "Escaroupim e o Rio" e a Casa Típica Avieira.

Ler mais:
http://www.cm-salvaterrademagos.pt/index.php?option=com_k2&view=item&layout=item&id=2401&Itemid=620
http://aquapolis.com.pt/escaroupim-aldeia-viva-nas-margens-do-rio-tejo/
https://portugaldelesales.pt/a-aldeia-avieira-de-escaroupim/
https://www.visitarportugal.pt/distritos/d-santarem/c-salvaterra-magos/escaroupim/aldeia-beira-rio
https://marevolto.blogs.sapo.pt/visita-a-escaroupim-uma-aldeia-avieira-55269

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Fajã do Ouvidor

A Fajã do Ouvidor é uma das maiores fajãs da ilha de São Jorge, situada na costa Norte da ilha e sobranceira a uma falésia que ronda os 400 metros de altura. Faz parte da freguesia do Norte Grande e é também conhecida por Fajã do Porto. Toma o seu nome do facto de Valério Lopes de Azevedo, Ouvidor do Capitão do Donatário, ter sido um dos seus principais proprietários.
O lugar é constituído por cerca de vinte e cinco a trinta casas antigas. De todas as casas da fajã só à volta de onze são habitadas durante todo o ano. Nesta fajã o número de casas modernas está a crescer rapidamente, correndo-se o risco de vir a ultrapassar o número de casas antigas, sublimes casas de pedras, com freios ou completamente brancas.
Outro ponto que chama atenção são os pequenos terrenos de cultivo, como milho e videiras, de significativo poder económico para a localidade, assim como o porto, que desenvolve algumas actividades de embarcações de recreio e de pesca.
É a única fajã de São Jorge que possui discoteca, café, restaurante, farol e uma casa com piscina.
A fajã tem um templo, a Ermida de Nossa Senhora das Dores, datada de 1903, que não possui imagens antigas nem arquivos que são feitos na Paróquia do Norte Grande.
O porto de pesca, bem cuidado, tem guindaste. Existem diversos barcos de recreio e de pesca. Aqui pesca-se com anzóis e redes pequenas, e tarrafas, confeccionadas nesta fajã, algumas delas ainda estão conservadas.
A Fajã do Ouvidor teve a sua origem ligada às escoadas lávicas basálticas decorrentes da montanha vulcânica central da Ilha de São Jorge, mais precisamente das emitidas pelo Pico Areeiro, que se localiza a 3 km e com formação há cerca de 2.530 anos.

Ler mais:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Fajã_do_Ouvidor
https://byacores.com/faja-do-ouvidor/
https://www.feriasemportugal.com/faja-do-ouvidor-ilha-de-sao-jorge

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Madalena do Mar



Durante muitos anos, Madalena do Mar tem sido reconhecida como um importante centro de cultivo da cana de açúcar. Na paróquia havia um engenho para o fabrico de açúcar, que potenciou a sua importância no sector. Nesta típica aldeia de pescadores, abundam os restaurantes especializados na confecção de peixe e especialidades regionais, incluindo as famosas lapas.
Detentora de um bonito passeio marítimo, ao longo da praia de seixos, Madalena do Mar encontra na sua localização e no seu clima, duas importantes mais-valias. A localidade também é conhecida pelo seu bairro de pescadores e procurada pela beleza do Sítio dos Moledos. Aqui se podem admirar as vistas panorâmicas da aldeia da Madalena do Mar, a igreja, as casas típicas e o verde da vegetação.
A Igreja de Santa Maria Madalena, construída onde havia originalmente uma ermida, foi construída por Henrique Alemão, o Cavaleiro de Santa Catarina que, segundo a lenda local, foi Ladislao IV, rei da Polónia.
A actividade principal da freguesia é o cultivo da banana.



Fonte: http://www.helloguidemadeira.com/es/madeira/localidades/ponta-do-sol/madalena-do-mar

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Azenhas do Mar


Antiga aldeia de pescadores, Azenhas do Mar tornou-se nas últimas dezenas de anos um local de veraneio tranquilo e pouco alterado. O povoado começa no vale que desemboca na praia e e concentra-se no cabeço alcantilado que termina na falésia sobra o mar. 
Para além da rua principal que lhe dá acesso e do pequeno largo lateral, não existem ruas nem outros largos, mas apenas pequenas e íngremes quelhas que dão acesso a apenas três ou quatro portas. Grande parte das casas tem o seu terraço, o seu mirante, e quase todas entram em rivalidades de beleza e situação.
Uma esplanada-miradouro, um restaurante cravado na rocha e uma piscina oceânica completam a aldeia em direcção ao mar.


Fonte: J. Gil e A. Cabrita - "As Mais Belas Vilas e Aldeias de Portugal", Ed. Verbo

terça-feira, 8 de maio de 2018

Curral das Freiras


Curral das Freiras é uma pitoresca freguesia do concelho de Câmara de Lobos, na ilha da Madeira.
Rodeada por escarpadas montanhas, o caldeirão onde assenta esta povoação terá sido formado pela subsidência de uma antiga cratera vulcânica. 
Em 1566, as freiras do Convento de Santa Clara, ao fugir de piratas que atacavam o Funchal, encontraram aqui refúgio, levando consigo o tesouro do convento.
A freguesia é, ainda hoje, muito isolada, sendo que muitos dos seus habitantes continuam a viver do que a terra produz. A sua produção agrícola mais típica é  a da castanha, seguindo-se a da ginja, o que faz ultimamente tenha surgida alguma produção de características artesanais de familiares de licores preparados com base nestes produtos.
Aproveitando a típica produção de castanhas, foi introduzido, a partir de 1983, uma festividade que procura servir de veículo de divulgação daquela freguesia, das suas actividades e produções, denominada de Festa da Castanha. Este certame tem lugar anualmente no dia 1 de Novembro. 

Ler mais:
http://www.freguesias.pt/freguesia.php?cod=220202
https://www.madeira-web.com/pt/locais/camara-de-lobos/visite/curral-das-freiras.html
https://pt.wikipedia.org/wiki/Curral_das_Freiras

sábado, 7 de abril de 2018

Aldeia vinhateira de Barcos



É na região do Douro que está Barcos, uma das Aldeias Vinhateiras, que chegou a ser sede de concelho e deixou de o ser em 1855, a favor de Tabuaço. As origens românicas ainda estão presentes, com um conjunto arquitectónicco que é centralizado pela Igreja Matriz (Igreja de Nossa Senhora da Assunção).
Nesta bonita aldeia pode-se explorar marcas de outras épocas, como várias edificações medievais. A tradição mantém-se nas casas típicas do povoado, que se organizam em torno da da Igreja Matriz, datada do século XIII. Outros edifícios ricos em história que merecem uma visita atenta são o Santuário de Santa Maria do Sabroso, o Cruzeiro dos Centenários de Barcos, a Fonte Velha, o Fontanário do Largo do Adro, o antigo Forno da Confraria, e os tradicionais solares e casas senhoriais, com o tempo marcado nas suas fachadas, entre outras edificações que atestam bem a importância que em tempos teve esta aldeia. 
O sagrado e o profano encontram-se no velho caminho da Via-sacra que termina junto à Capela de Santa Bárbara. Durante a Semana Santa, época de celebração em Barcos, o percurso ganha vida com a presença de quadros vivos por toda a aldeia. Outra festividade a não perder em Barcos é, em outubro, a Festa das Vindimas.
Pela região encontram-se várias Quintas de produção vitivinícola, que compõem um interessante e rico Património, como as da Paradela, da Pereira, do Ramiro, da Raposeira, de Vale da Buza ou a do Vale do Barco. 

Ler mais: 

http://www.viajecomigo.com/2017/01/27/aldeia-vinhateira-de-barcos-tabuaco-portugal/
http://www.aldeiasportugal.pt/sobre/73/#.WsiwU4jwZQI
https://www.guiadacidade.pt/pt/poi-barcos-20936
https://pt.wikipedia.org/wiki/Barcos

Forte Jesus de Mombaça