quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Coreto de Faro

Construído em 1895, o Coreto de Faro situa-se na praça Dom Francisco Gomes, no centro da cidade.
De planta centralizada octogonal, com parapeito gradeado e cobertura piramidal octogonal, apresenta embasamento octogonal reforçado nos cunhais por blocos de cantaria. Os panos são rasgados por três óculos circulares intercalados por duas portas, de acesso ao seu interior, desnivelado, em arco de volta perfeita. 
Nos gradeamentos e outros elementos férreos predominam os motivos geométricos, de marcada contenção formal contrastando com o simbolismo dos caduceus estilizados do festão da cobertura.
Em seu redor, a praça apresenta-se calcetada, numa demonstração da melhor calçada à portuguesa.

Fonte:
http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=4524

Percurso pedestre "Caminhos de Sobrosa"

O percurso pedestre "Caminhos de Sobrosa" é um trilho circular de pequena rota, com uma extensão aproximada de 6km e que tem como local de partida e de chegada o Jardim de Soverosa (na foto acima), na freguesia de Sobrosa.

Este percurso dá a conhecer alguns dos lugares e recantos mais curiosos de Sobrosa. No decurso deste trajeto passa-se por campos verdejantes de cultivo agrícola, onde se pode ver e conhecer palheiros e espigueiros tradicionais. Ao nível patrimonial destacam-se algumas das casas mais emblemáticas da freguesia como é caso da casa da Portela (foto ao lado) ou da casa de Rial.
Ler mais:
https://www.cm-paredes.pt/pages/1140
http://www.walkingportugal.com/z_distritos_portugal/Porto/Paredes/PRD_PR3_Caminhos_de_Sobrosa.html
http://www.walkingportugal.com/z_distritos_portugal/Porto/Paredes/PRD_pr3_caminhos_de_sobrosa_folheto.pdf

Jardim do Tabolado

Foi no local onde, durante década esteve instalado o matadouro e a feira do gado que, no início da década de 1960, se construiu um dos mais importantes espaços verdes da cidade de Chaves. Está situado ao longo da margem do rio Tâmega, entre o centro da cidade e as termas de Chaves.


Trata-se de um amplo espaço, relvado e arborizado, com caminhos pedestres por onde pode passear e bancos de jardim para descansar.

Igreja de Santa Eufémia

A Igreja de Santa Eufémia, em Penela, datada do século XVI, é um edifício bastante representativo da arte da renascença na região de Coimbra.
O corpo da igreja assenta sobre um alto embasamento, vencido na fachada principal por escadaria de dois lances opostos, com patamar intermédio e balaustrada em mármore. A fachada, de linhas tendencialmente verticais, é vazada por elegante portal de verga reta, apilastrado, também em mármore. O portal, epigrafado com a data de 1551, possui molduras e frisos delicadamente lavrados. É flanqueado por dois tondi com bustos salientes, e encimado por grande óculo redondo, sob o pano central da fachada, rematado em empena triangular. A sul adossa-se a torre sineira, de planta quadrada, com janelões redondos e coroamento piramidal, e a norte o corpo da sacristia.
O interior é de três naves com cobertura de madeira, definidas por arcos redondos assentes em colunas toscanas. A capela-mor, acessível através de arco redondo, é coberta por abóbada de meio canhão em quatro tramos, e possui um retábulo barroco, em talha, da época de D. Pedro II, com pintura anódina do século XIX (1837). As restantes capelas conservam algumas imagens interessantes, como uma Nossa Senhora com o Menino, atribuível a alguma oficina coimbrã de finais do século XV, ou o retábulo em pedra de Ançã da capela do Espírito Santo ou do Pentecostes, este de meados do século XVI. De destacar ainda uma pia batismal, com pé oitavado e motivos decorativos manuelinos, para além do acervo de azulejaria coimbrã, testemunha da produção regional de qualidade ao longo de alguns séculos.

Fonte: DGPC
http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/72227/
http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2648

terça-feira, 10 de novembro de 2020

Museu do Sabão

Aproveitando a abundância das matérias-primas necessárias para a produção do sabão, a zona do Alto Alentejo, e particularmente a zona de Castelo Branco e concelhos limítrofes, tiveram desde a segunda metade do século XVI, decisiva importância na indústria saboeira nacional.
De tal modo, que as suas saboarias de Sabão Mole e Sabão de Pedra eram sobejamente conhecidas em todo o reino.
A produção de sabão assumiu inegável importância económica e social na vila de Belver. Nesta localidade foi instalada uma Real Fábrica de Sabão, que funcionou em regime de monopólio régio, da qual ainda hoje se encontram vestígios. Uma concessão régia dinamizou economicamente a freguesia de Belver e alguns trabalhadores de saboarias reais, aproveitando os conhecimentos adquiridos e a disponibilidade das principais matérias primas, criaram as suas próprias indústrias artesanais quando este monopólio terminou em 1858. 
Estas indústrias artesanais ou casas de Sabão Mole, como eram designadas, constituíam-se como pequenas produções de carácter estritamente familiar, passando de geração em geração. 
Após embalado em sacas próprias de sarja e serapilheira, o sabão era utilizado sobretudo em lavagem de roupas e tecidos. Transportado para fora do concelho por almocreves, que se deslocavam em burros, quando as distâncias eram maiores, o sabão mole era transportado pelo rio Tejo em barcaças. A produção de sabão nestes moldes durou até à primeira metade do século XX, sendo durante várias décadas um elemento estruturante na economia da região de Belver. Dessa produção permanecem hoje somente registos orais dos descendentes dos últimos saboeiros. 
A recuperação e transformação da antiga escola primária de Belver no Museu do Sabão pretende criar um espaço de divulgação, de conhecimentos adquiridos pelos nossos antepassados e homenagear a memória coletiva dos saboeiros de Belver.

Fonte: 
https://museu.ms/museum/details/16985/museu-do-sabo

Casa do Vinho e do Cante

A antiga Taberna Zé Lélito, bem no centro de Ferreira do Alentejo, deu lugar a um pequeno museu dedicado às tradições e à cultura alentejana: a Casa do Vinho e do Cante. 
Inaugurado em 2017, este espaço recupera a memória das velhas tabernas e procura valorizar as manifestações de Património Cultural Imaterial, como o “saber fazer” do vinho em talha, a poesia popular, o cante e o receituário tradicional. Dos elementos originais, destacam-se as seis talhas em barro que guardavam o vinho ali servido, bem como o balcão de venda em mármore. 
Há também painéis explicativos sobre a história e os métodos de produção do vinho de talha, ecrãs com documentários e um alambique que outrora fazia aguardente.
Além de dar a provar estas e outras bebidas, a Casa do Vinho e do Cante preparou também uma programação regular com grupos de cante alentejano e recitais de poesia popular. 
Ler mais:
https://lifecooler.com/fazer/index2/674
https://ferreiradoalentejo.pt/locais/adega-do-ze-lelito/?mp=218&mc=8646

Capela da Luz Eterna

A Capela da Luz Eterna é uma capela mortuária, que pela sua originalidade e arrojo, é sem dúvida uma referência arquitetónica nos Açores.
Trata-se dum projeto do arquiteto Bernardo Rodrigues, natural de Ponta Garça e premiado internacionalmente, que tem obras em vários países como os Estados Unidos da América, China, Japão, Dubai e Portugal (incluindo Açores).
A capela tem dois níveis, uma pequena sala e casa de banho em baixo e a capela em cima. Uma primeira pirâmide invertida de betão sustenta uma segunda feita de aço. A pedra mármore de cor verde da Guatemala cobre as paredes exteriores, com zinco no telhado. As paredes prateadas do interior refletem a luz filtrada das aberturas.

Fonte: https://www.geocaching.com/geocache/GC80KJK_a-luz-eterna?guid=7ea92121-a882-44c5-abe7-9fa7cf2377b4

Ler mais:
https://por.architecturaldesignschool.com/progress-chapel-eternal-light-18597

Forte Jesus de Mombaça